Brasil enfrentará chuvas intensas e secas prolongadas até 2100
Estudo de Oxford destaca necessidade de adaptação às mudanças climáticas
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O Brasil deverá enfrentar chuvas mais intensas e menos frequentes até o final do século, conforme estudo da Universidade Oxford e do Met Office do Reino Unido. A pesquisa indica que a probabilidade de chuvas fortes pode aumentar até três vezes, impactando a economia e o clima do país.
Utilizando modelos computacionais avançados, o estudo analisou o comportamento das bandas de nuvens sobre a América do Sul, como a Zona de Convergência do Atlântico Sul, responsável por trazer umidade da Amazônia para o sudeste do Brasil. Essas mudanças climáticas podem resultar em secas prolongadas e chuvas torrenciais que dificultam a absorção da água pelo solo, aumentando o risco de inundações.
Daniel Vargas, professor da FGV, destaca a importância de adaptar-se às mudanças climáticas inevitáveis. Ele ressalta que é essencial repensar a infraestrutura urbana e as políticas de desenvolvimento para enfrentar os desafios impostos pelas alterações climáticas.
Nas cidades, as chuvas intensas podem causar inundações enquanto as secas prolongadas aumentam o risco de queimadas, afetando a saúde pública e a infraestrutura urbana. Vargas enfatiza a necessidade de políticas que considerem vulnerabilidades locais e promovam o desenvolvimento sustentável para preparar as comunidades para os impactos climáticos.
Assista ao vídeo - Chuvas intensas e secas longas: estudo traz o cenário previsto para o Brasil em 2100
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