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‘Eu achava que era normal’, diz procuradora sobre ausência feminina em espaços de poder

Adriana Venturini destaca a importância do direito como ferramenta de transformação social no Brasil

Mulheres Positivas|Do R7

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A procuradora-geral federal Adriana Venturini tem se destacado pelo trabalho à frente da AGU (Advocacia-Geral da União), utilizando o direito como ferramenta para promover transformações sociais e defender os direitos das mulheres.

Nascida em Brasília e com uma carreira iniciada aos 21 anos, a advogada compartilha a trajetória profissional e pessoal que a levou ao cargo em entrevista ao Mulheres Positivas desta quinta-feira (9). 


A carreira de Adriana começou quando ela foi aprovada no primeiro concurso público para o cargo que exerce atualmente. Ao longo dos anos, ela enfrentou muitos desafios em um ambiente predominantemente masculino.

“Na realidade, a gente não tinha uma liderança estruturada. E eu acho que foi aí que eu consegui ter as minhas oportunidades e que a minha história se diferenciou de tantas outras mulheres que batalham tanto para conseguir ter esses espaços”, diz. 

Após o nascimento de suas filhas, Adriana sentiu na pele as barreiras impostas às mulheres nos espaços de poder. "Outros colegas, homens, que trabalhavam comigo, que às vezes não tinham tido uma trajetória tão próspera, tão complexa, tanta experiência. Eu gabaritava todos os requisitos. Eles começaram a ser convidados para outros cargos, e eu continuei ali. E o que é pior e mais triste: eu achava que era normal", lamenta. 

O Mulheres Positivas vai ao ar na RECORD NEWS toda quinta-feira, às 22h30.

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