Logo R7.com
RecordPlus

Alemão ferido em explosão de apartamento morre em hospital

Markus Muller teve mais de 50% do corpo queimado e estava internado em estado grave

Rio de Janeiro|Do R7, com Rede Record

  • Google News
Markus Muller se feriu em explosão no apartamento onde morava
Markus Muller se feriu em explosão no apartamento onde morava

O alemão que ficou gravemente ferido na explosão de um apartamento em São Conrado, zona sul do Rio, morreu nesta quinta-feira (28), segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Markus Muller teve mais de 50% do corpo queimado durante a explosão que destruiu vários apartamentos no edifício Canoas. Ele estava internado no Hospital Pedro II, em Santa Cruz, zona oeste do Rio.

Segundo a secretaria, o hospital tenta fazer contato com algum familiar do alemão para que o corpo possa ser liberado. Muller morava sozinho no apartamento em São Conrado.


Na quarta-feira (27), a Polícia Civil concluiu que a explosão foi um acidente. No dia anterior, Muller foi gravado por câmeras de segurança do condomínio chegando em casa com um "rabicho" de aquecedor de gás em uma sacola. O problema teria sido causado em razão de má instalação do equipamento.

A investigação ainda concluiu que as feridas no corpo da vítima foram causadas por estilhaços de vidro decorrentes da explosão. A polícia chegou a investigar as hipóteses de tentativa de suicídio e assalto. A suspeita foi levantada após o médico que estava tratando do alemão no Hospital Miguel Couto ter dito ao delegado que ele teria supostas marcas de facadas por todo o corpo.


Vídeo mostra chegada de alemão em apartamento:

Relembre o caso


Uma explosão provocou destruição em um prédio em São Conrado, zona sul do Rio, na manhã do último dia 18. Segundo os Bombeiros, a explosão ocorreu em um dos andares do edifício e houve estragos em diversos apartamentos. A corporação foi acionada por volta das 5h55. Quatro moradores ficaram feridos, mas apenas Markus foi encaminhado para o hospital.

Como um terremoto


Segundo relatos de moradores, o impacto se assemelhou à sensação de um "terremoto". Alguns pensavam que se tratava de uma explosão nas obras de extensão do metrô, próximas ao local. A arquiteta Elizabeth Rego Monteiro, de 60 anos, acordou com o barulho.

— A janela do meu quarto foi parar em cima da minha cama. Achei que era explosão no posto.

O engenheiro da Defesa Civil Luís Moreira Alves afirmou, na terça-feira (19), que a desinterdição total do edifício só deverá ocorrer depois de o condomínio fazer todas as obras de restauro elétrico, hidráulico e de gás.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.