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Após morte de bebê, mãe revoltada quebra portaria de maternidade no Rio

Ao menos cinco bebês morreram após o parto em hospital do centro da capital

Rio de Janeiro|Do R7 com RJ no Ar

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Carla Marins quebrou os vidros da portaria do hospital com uma chave de roda
Carla Marins quebrou os vidros da portaria do hospital com uma chave de roda

Uma mãe revoltada destruiu a portaria do Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, no centro do Rio, na noite de quarta-feira (9). Carla Marins da Silva e o marido estiveram no local para pegar os prontuários dela e do bebê, que morreu na unidade após o nascimento. Os pais acusam os médicos de forçarem o parto normal. Nos últimos meses, cerca de cinco bebês teriam morrido porque o hospital não aceita fazer cesariana.

Segundo o casal, os médicos prometeram entregar os prontuários na quarta, mas quando eles chegaram ao local, os funcionários só entregaram o documento da criança. De acordo com Carla, uma recepcionista disse que o diretor da maternidade teria levado o documento dela para a casa dele.


Carla quebrou um computador e destruiu a porta de vidro da recepção com uma chave de roda. Transtornada, ela corre risco de quebrar o resguardo. Ela não teria recebido apoio dos psicólogos e dos assistentes sociais do hospital.

A Polícia Militar foi chamada e apreendeu a chave de roda. Carla vai responder em liberdade por dano ao patrimônio público. O casal prestou queixa contra a equipe médica por homicídio e agressão na 5ª DP (Mem de Sá).


Momentos antes do incidente envolvendo Carla, uma confusão aconteceu com o pai de um outro bebê. Leonardo Freitas perdeu a filha de forma parecida. Ele recebeu o prontuário médico 13 dias depois do óbito e o documento tinha vários erros.

Assista à reportagem:

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