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Após oito dias de greve, garis retornam ao trabalho neste sábado

Categoria aceitou proposta de reajuste salarial de 8% 

Rio de Janeiro|Do R7

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Funcionários da Comlurb pediam reajuste salarial
Funcionários da Comlurb pediam reajuste salarial

Depois de oito dias em greve, os garis retornaram às atividades no início da madrugada deste sábado (21), após a categoria aceitar a proposta de reajuste salarial de 8%, em assembleia realizada na última sexta-feira (20).

O acordo entre a comissão grevista e a prefeitura foi mediada pelo Ministério Público do Trabalho. Inicialmente, a categoria reivindicava aumento de 40% no piso salarial e mais a inflação acumulada do ano, além de aumento do vale-refeição de R$ 20 para R$ 27 por dia. Apesar do reajuste, a prefeitura manteve o vale-refeição em R$ 20.


Após oito dias de paralisação, garis aceitam reajuste de 8% e encerram greve

Segundo Célio Viana, um dos integrantes da comissão grevista, a Comlurb, empresa de limpeza pública do Rio de Janeiro, se manteve irredutível quanto à proposta de abono das faltas durante o período de paralisação. Viana ainda defendeu que os trabalhadores que aderiram à greve não sofram retaliações.


Na próxima segunda-feira (23), uma nova reunião no Tribunal Regional do Trabalho deve discutir o abono das faltas dos grevistas.

Os garis retornaram às atividades no início da madrugada deste sábado (21), depois de oito dias de greve, após a categoria aceitar a proposta de reajuste salarial de 8%.


O acordo entre a comissão grevista e a prefeitura foi mediada pelo Ministério Público do Trabalho. Inicialmente, a categoria reivindicava aumento de 40% no piso salarial e mais a inflação acumulada do ano, além de aumento do vale-refeição de R$ 20 para R$ 27 por dia. Apesar do reajuste, a prefeitura manteve o vale-refeição em R$ 20.

Segundo Célio Viana, um dos integrantes da comissão grevista, a Comlurb, empresa de limpeza pública do Rio de Janeiro, se manteve irredutível quanto à proposta de abono das faltas durante o período de paralisação. Viana ainda defendeu que os trabalhadores que aderiram à greve não sofram retaliações.

Na próxima segunda-feira (23), uma nova reunião no Tribunal Regional do Trabalho deve discutir o abono das faltas dos grevistas.

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