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Após protesto de servidores, grades voltam a cercar a Alerj

Nesta quinta, Assembleia teve primeiro dia de discussão de pacote do Pezão

Rio de Janeiro|Do R7

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Pelo menos seis pessoas deram entrada com ferimentos leves no Hospital Souza Aguiar
Pelo menos seis pessoas deram entrada com ferimentos leves no Hospital Souza Aguiar

Depois do protesto que reuniu milhares de servidores públicos nesta quarta-feira (16) as grades voltaram à frente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), no centro da cidade. Durante a manifestação que durou oito horas nesta quarta, servidores derrubaram a barreira e foram coibidos por polícias militares com spray de pimenta, gás lacrimogêneo, bombas de efeito moral e balas de borracha.

O ato dos servidores foi para pressionar deputados a votar contra o pacote de medidas do governo do Estado para conter a crise financeira, que penalizam o funcionalismo. As discussões começaram nesta quarta e as votações vão até o fim de dezembro.


A manifestação começou no início da manhã e a rua Primeiro de Março foi interditada devido ao protesto. Por volta das 13h, uma das grades de proteção instaladas em volta do Palácio Tiradentes foi derrubada pelos manifestantes, que avançaram em direção à escadaria.

As grades haviam sido instaladas para evitar a invasão da Alerj, como acontecera no ato do último dia 8.

A Polícia Militar e agentes da Força Nacional, convocados pelo governador Luiz Fernando Pezão para reforçar a segurança, reagiram com bombas de gás e spray de pimenta. Ao menos seis pessoas deram entrada no hospital Souza Aguiar com ferimentos leves, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

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