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Após quebra-quebra no centro do Rio, comerciantes calculam prejuízo 

Foram alvos de depredações o clube militar, restaurantes, lojas, agência de viagens, entre outros

Rio de Janeiro|Do R7

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Funcionário acredita que os atos de vandalismo foram premeditados; na foto, agência bancária depredada
Funcionário acredita que os atos de vandalismo foram premeditados; na foto, agência bancária depredada

Durante o confronto entre manifestantes e a polícia na manifestação da noite de segunda-feira (7) no centro do Rio, 20 lojas foram destruídas, 10 ônibus foram depredados e um incendiado. Um homem foi preso com quatro aparelhos e televisão e pares de chinelo. Na manhã desta terça-feira (8), comerciantes limpavam as lojas e contabilizavam os prejuízos.

Foram alvos de depredações o clube militar, restaurantes, uma loja de aparelhos de celular, uma agência de viagens, entre outros. Um funcionário de um dos comércios no centro do Rio disse que durante o dia de segunda um rapaz passou pelas lojas fotografando-as. Ele acredita que os atos de vandalismo foram premeditados e que as lojas haviam sido marcadas para serem depredadas.


Algumas agências bancárias, lojas e clubes haviam protegido a fachada com tapumes de madeira. Mas a barreira de proteção foi arrancada das entradas e usada como escudo contra bombas de efeito moral da polícia. Com isso, muitos prédios foram depredados ou tiveram janelas e vidros quebrados.

A Câmara dos Vereadores também amanheceu fechada, após grupo atear fogo em uma das entradas na Casa e atirar pedras contra o prédio. Uma perícia foi realizada nesta terça-feira (8) no local.


Para ajudar na reconstrução do centro da cidade após os atos de vandalismo, a Comlurb realizou um serviço de limpeza na área e na Câmara dos Vereadores. Eles limparam pichações de prédios e estátuas.

Assista ao vídeo:

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