Logo R7.com
RecordPlus

Argentina morta em Copacabana sonhava com férias no Rio, diz jornal

Consulado ainda não informou quando será feito o translado do corpo para Argentina

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Jornal argentino disse que jovem morta sonhava vir ao Rio
Jornal argentino disse que jovem morta sonhava vir ao Rio

A viagem para o Rio de Janeiro era o sonho de Laura Pamela Viana, de 25 anos. Mas as férias foram interrompidas na madrugada de quarta-feira (17), quando a jovem foi esfaqueada na praia de Copacabana e morreu horas depois no hospital. Segundo o jornal argentino Clarín, a jovem enfrentou uma viagem de ônibus até São Paulo que durou cerca de 11 horas e mais uma hora de avião para o Rio de Janeiro.

No domingo, eles chegaram na cidade e se hospedaram em um apartamento que haviam alugado com outros quatro amigos. Os planos eram ficar na capital fluminense por uma semana.


O crime aconteceu na madrugada, quando o grupo estava nas areias de Copacabana e, por volta das 2h, dois suspeitos apareceram e abordaram os jovens. Um dos homens teria pedido um cigarro e Laura deu um para ele. Ao anunciarem o roubo, a jovem teria se assustado, tentou fugir, mas foi ferida pelos suspeitos.

Acionada a polícia, os dois homens, identificados como Douglas Gonzaga e Paulo Henrique Coelho foram presos e levados para a Deat (Delegacia de Atendimento ao Turista), onde foram reconhecidos pelos amigos da vítima. Laura foi socorrida no hospital Miguel Couto, mas não resistiu.


O crime repercutiu na imprensa argentina. Outras publicações fizeram perfis da jovem e apresentam depoimentos de familiares que descreviam Laura como “gente trabalhadora e boa”.

Ao Clarín, o prefeito de Fontana, cidade natal de Laura, disse que “estamos todos chocados” e disse que os pais estão “destroçados e sem consolo”. Nas redes sociais, Sergio Plutt, marido da jovem e pai do filho dela, publicou fotos da viagem e declarou seu amor à companheira.


Corpo será transferido

O corpo de Laura deve ser transferido para a cidade de Fontana, mas o Consulado Argentino não soube informar como está o procedimento nem a previsão de quando o translado será feito.

A DH (Divisão de Homicídios da Capital) está investigando o caso.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.