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Cabral volta atrás e decide não demolir escola no complexo do Maracanã

Governador já havia anunciado que parque aquático e estádio de atletismo seriam conservados

Rio de Janeiro|Do R7

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Governador disse que desistiu de demolir por conta dos pedidos da Justiça e das reivindicações dos protestos
Governador disse que desistiu de demolir por conta dos pedidos da Justiça e das reivindicações dos protestos

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou na tarde desta segunda-feira (5) pelo twitter que “a Escola Municipal Friedenreich, no Complexo do Maracanã, não será demolida. Permanece onde está”. A demolição faria parte do projeto de revitalização do complexo esportivo para a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016.

Na semana passada, ele já havia dito que o Parque Aquático Júlio Delemare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros também seriam conservados. No projeto de revitalização, o espaço seria substituído por um centro de esporte, lazer e entretenimento, com restaurante, lojas e estacionamento.


Segundo o governador, a demolição não será mais feita por conta dos pedidos da Justiça e da população, além de ser uma das reivindicações das manifestações que vem acontecendo na cidade.

Cabral também informou que a paralisação das obras se deu após o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) pedir judicialmente a suspensão da demolição do estádio de atletismo, já que uma proposta de tombamento do equimento está sendo estudada.


O Complexo do Maracanã é composto pelo antigo Museu do Índio (Aldeia Maracanã), Parque Aquático Júlio de Lamare, Estádio de Atletismo Célio de Barros e Escola Municipal Friedenreich.

A Defensoria Pública da União elogiou a decisão de não mais demolir a Escola Municipal Friedenreich. A Defensoria também defendeu o tombamento federal de todo o complexo pelo Iphan.

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