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Chefe da milícia de três bairros da zona oeste é baleado em operação no RJ; carro foi incendiado na região

Boquinha e um comparsa foram levados ao hospital. Clima é tenso na região desde os ataques a ônibus após morte de outro miliciano

Rio de Janeiro|Do R7, com Record TV Rio

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Carro que seria usado na fuga foi incendiado pelos criminosos
Carro que seria usado na fuga foi incendiado pelos criminosos

O chefe da milícia de Pedra de Guaratiba foi baleado, na tarde desta quinta-feira (26), após um confronto durante uma operação da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) na rua Surumu, na zona oeste do Rio de Janeiro

De acordo com as primeiras informações, os agentes cercaram o miliciano quando chegavam para checar a denúncia de que ele estava morando em uma mansão no condomínio na região.


O criminoso Marcelo de Luna Silva, conhecido como "Boquinha", e um comparsa, também ferido, foram levados ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz. 

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O estado de saúde dos dois é considerado estável, segundo informações da unidade. A segurança no entorno do hospital foi reforçada por agentes da Polícia Militar. 

Boquinha foi apontado pela polícia como o responsável pela milícia na região de Guaratiba, Recreio e Vargens, bairros da zona oeste.


O helicóptero da Record TV sobrevoou a região e flagrou um veículo destruído pelo fogo no local da operação. O carro incendiado seria o mesmo que os criminosos iriam usar para fugir. 

O clima na região é tenso desde segunda (23), quando ocorreram ataques a transportes públicos — mais de 30 ônibus, estações e um trem foram incendiados

A ação criminosa teria sido ordenada após morte de Matheus Rezende, o Faustão, sobrinho do miliciano Zinho e apontado como o segundo homem na hierarquia do grupo. 

A polícia prendeu ao menos nove envolvidos nos atos de vandalismo, classificados como atos de terrorismo pelo governador Cláudio Castro. 

O governador esteve em Brasília, na quarta (25), para pedir apoio do governo federal no combate às milícias e enviar uma proposta ao Senado de endurecimento das penas para os criminosos.

O governo Rio informou, por meio de nota, ter reforçado a segurança de Castro por causa de um plano de atentado contra ele e família dele, após a morte do miliciano Faustão.

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