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Complexo da Maré: PM começa a patrulhar mais quatro comunidades

Ação da Polícia Militar tem início já nesta quinta-feira (30), por volta das 22h

Rio de Janeiro|Do R7

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Exército está na Maré desde abril do ano passado
Exército está na Maré desde abril do ano passado

A Polícia Militar inicia à 0h desta sexta-feira (1º) a segunda etapa de substituição da tropa da Força de Pacificação do Exército no Complexo da Maré, zona norte do Rio. A ação da PM tem início já nesta quinta-feira (30), por volta das 22h, com a formação de um cinturão de segurança nos acessos às comunidades da Maré, com sete pontos de baseamentos. As vias expressas - avenida Brasil, linha Amarela e linha Vermelha - que margeiam a Maré também terão reforço na segurança.

Nesta fase, a Polícia Militar começa a patrulhar as comunidades da Nova Holanda, Parque União, Rubem Vaz e Nova Maré. As comunidades Praia de Ramos e Roquette Pinto foram as primeiras a contar com a presença da PM, no dia 1º de abril.


Equipes do Batalhão da Maré (22º BPM) e 369 policiais do efetivo da Companhia Maré - composta por 169 policiais que atendem às ocorrências do serviço 190, além de 200 que realizam patrulhamento – permanecerão nas áreas antes ocupadas pela Força de Pacificação. Policiais do Getem (Grupamento Tático de Motociclistas ) também irão atuar no patrulhamento no entorno das comunidades.

Na última terça-feira (28), o secretário de segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, confirmou a inauguração da UPP Roquete Pinto/ Praia de Ramos em julho deste ano.


A transição das tropas está acontecendo de acordo com o que foi determinado em decreto firmado com as tropas federais. Até 30 de junho, a Força de Pacificação já terá deixado todas as 16 comunidades que formam o Complexo da Maré.

Força de Pacificação

O Exército ocupou a Maré em 5 de abril do ano passado, dois meses antes da Copa do Mundo no País. O complexo se localiza às margens da linha Vermelha, via que liga a Baixada Fluminense à região central do Rio, passando pela Ilha do Governador, onde fica o aeroporto do Galeão. A operação das Forças Armadas envolveu cerca de 2.500 agentes. A princípio, os militares permaneceriam no local até 31 de julho, com a possibilidade de o prazo ser estendido. A Secretaria Estadual de Segurança então pediu que o governo federal autorizasse a permanência das tropas por mais tempo.

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