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Desembargador pede mais informações para julgar liberdade para ativistas

Siro Darlan pediu mais informações ao juiz que decretou prisão preventiva de Sininho e mais 2

Rio de Janeiro|Do R7

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Sininho teve prisão decretada por ir a protestos em outubro
Sininho teve prisão decretada por ir a protestos em outubro

O desembargador Siro Darlan, da 7ª Vara Criminal do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), só irá julgar o pedido de habeas corpus da defesa de Elisa Quadros, a Sininho, Igor Mendes e Karlayne Pinheiro, a Moa, após o juiz conceder mais informações sobre o decreto de prisão preventivaexpedido na quarta-feira (3).

Na quinta-feira (4), o advogado de Sininho, entrou com pedido de habeas corpus para os três contra os mandados de prisão.


O juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal da Capital, foi autor do pedido de prisão dos ativistas. Os três teriam participado de um protesto na Cinelândia, centro do Rio, em outubro deste ano, em descumprimento a uma medida cautelar imposta no habeas corpus concedido em agosto. Em nota, o magistrado afirmou que ao descumprir as medidas cautelares, os réus “insistem em encontrar os mesmos estímulos para a prática de atos da mesma natureza daqueles que estão proibidos.”

Na terça-feira (2), Sininho relatou em seu perfil numa rede social uma suposta movimentação da polícia em frente ao prédio onde mora no Rio de Janeiro. No texto, ela alerta aos outros ativistas sobre uma possível perseguição.

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