Dois policiais são suspeitos de disparar tiro que matou dançarino DG no Rio
A perícia concluiu que a bala partiu de uma pistola calibre .40
Rio de Janeiro|Do R7

Peritos concluíram que a bala que matou o dançarino Dougla Rafael da Silva, o DG, em abril deste ano, partiu de uma pistola .40. Na ocasião da morte, dois policiais militares que participaram do tiroteio contra suspeitos no Pavão-Pavãozinho, na zona sul do Rio, carregavam pistolas calibre .40. A Polícia Civil quer saber qual deles efetuou o disparo.
Douglas foi encontrado morto no pátio de uma escola no dia 22 de abril. Naquele dia, moradores do Pavão-Pavãozinho fizeram uma manifestação e chegaram a fechar uma via importante de Copacabana. O laudo preliminar divulgado pelo IML (Instituto Médico Legal) constatou que DG morreu por causa de uma "hemorragia interna decorrente de laceração pulmonar, proveniente de ferimento transfixante do tórax".
Dez armas de policiais militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Pavão-Pavãozinho foram confiscadas pelos comandos das UPPs. A Polícia Militar nega uma perseguição ao jovem, versão diferente da contada pela família do rapaz.















