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Estado pede avaliação de ponto biométrico de suspeito de matar cinegrafista em manifestação

Suspeito de acender rojão que atingiu cinegrafista estaria de folga no dia da confusão

Rio de Janeiro|Do R7

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Caio estava foragido desde sexta-feira (7)
Caio estava foragido desde sexta-feira (7)

A Secretaria Estadual de Saúde vai avaliar o ponto biométrico de Caio Silva de Souza nos últimos seis meses. Suspeito de ter acendido o rojão que atingiu a cabeça do cinegrafista Santiago Andrade na última quinta-feira (6), ele trabalhava como auxiliar de serviço gerais na empresa Hope, que presta serviços ao Hospital Rocha Faria, em Realengo, zona oeste do Rio.

Segundo a secretaria, Souza estava de folga no dia da manifestação. Ele deveria trabalhar na sexta (7), mas acabou não comparecendo ao hospital. Ele trabalha em regime de plantão 12h x 36h, com expediente de 7h às 19h.


Souza, de 22 anos, foi preso na Bahia, para onde havia fugido antes mesmo de ter a prisão decretada. Ele prestou depoimento ao delegado Maurício Luciano, titular da Delegacia de São Cristóvão (17ª DP).

A promotora Cláudia Condack pretende denunciar até o final da próxima semana Souza e Fábio Raposo, outro suspeito de ter jogado o rojão contra o cinegrafista. Ela espera receber nos próximos dias o inquérito finalizado pelo delegado.


A Polícia Civil do Rio também apura se os jovens envolvidos na morte do cinegrafista foram aliciados para participar da manifestação. O chefe da instituição, Fernando Veloso, não quis informar detalhes sobre a investigação.

Caio e Fábio estão presos no Complexo Penitenciário de Gericinó.

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