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Foragida, viúva da Mega-Sena tem novo recurso negado pela Justiça

Adriana foi condenada a 20 anos de prisão pelo assassinato do marido em 2007; viúva teve a prisão decretada em abril, mas não se apresentou à Justiça

Rio de Janeiro|Jaqueline Suarez, do R7*

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Apontada como mandante, Adriana foi condenada por homicídio em dezembro de 2016
Apontada como mandante, Adriana foi condenada por homicídio em dezembro de 2016

A Justiça do Rio negou mais um recurso à defesa de Adriana Almeida, a viúva da Mega-Sena, condenada a 20 anos pelo assassinato do marido em 2007. A decisão da 2ª Vara Criminal de Rio Bonito, no interior do Estado, foi divulgada nesta terça-feira (29).

Depois do julgamento, Adriana continuou respondendo o processo em liberdade, até abril deste ano, quando teve a prisão decretada. A defesa entrou com recurso, mas teve o pedido negado. Desde então, ela é considerada foragida. 


Justiça anula testamento que beneficiava viúva da Mega-Sena

No início deste mês, um novo pedido de prisão foi expedido pela promotoria e recebeu parecer favorável do juiz Pedro Amorim Gotlib Pildewasser, do fórum de Rio Bonito. No entendimento do magistrado, os recursos possíveis na condenação em segunda instância já foram esgotados.


O R7 não conseguiu localizar a defesa de Adriana Almeida.

O crime


Amputado das duas pernas, por sequelas da diabetes, Renné Senna deixou de ser lavrador e passou a vender doces à beira da estrada, em Rio Bonito. Em 2005, ele ganhou um prêmio de R$ 54 milhões da Mega-Sena ao fazer uma aposta de R$ 1.

Renné foi morto a tiros por dois encapuzados em um bar de Rio Bonito, a 80 km da capital fluminense, em janeiro de 2007.


Adriana, acusada de ser a mandante do crime, foi condenada por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e sem chance de defesa à vítima) a 20 anos de prisão em dezembro de 2016.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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