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Garoto que matou os pais e o irmão de três anos era considerado ‘tranquilo’ e ‘amoroso’ por familiares

Os corpos das vítimas foram enterrados em Comendador Venâncio, Itaperuna, sob forte comoção

Rio de Janeiro|Do R7

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Menino baleou familiares enquanto eles dormiam RECORD

Parentes do garoto de 14 anos, que confessou ter matado os pais e o irmão, de 3, em Comendador Venâncio, Itaperuna, no noroeste fluminense, buscam respostas para a tragédia.

Durante o enterro da família sob forte comoção, nesta quinta-feira (26), as tias paternas do menor contaram que o menino era visto como “tranquilo” e “amoroso”.


“O pai gostava dele em extremo. Quando chegou o outro menorzinho, o amor redobrou. Não sabemos porque de uma hora para outra ele foi fazer isso”, disse uma das tias.

O crime aconteceu em uma região rural de Itaperuna. Na comunidade, todos conheciam Antonio Carlos Teixeira, Inaila de Oliveira Freitas Teixeira e Antônio Freitas Teixeira.


Pessoas próximas às vítimas disseram à RECORD que a família não apresentava qualquer problema. Além disso, o jovem de 14 anos ficava bastante em casa e não brigava na escola.

O menino permanece apreendido pela polícia e deve ser apresentado à Justiça para responder por fato análogo aos crimes de triplo homicídio e ocultação de cadáver.


Segundo as investigações da polícia, ele admitiu ter usado a arma do pai para atirar contra o casal e a criança enquanto eles dormiram. Durante as buscas, os corpos das vítimas foram localizados na cisterna da residência da família.

Ainda de acordo com a polícia, o adolescente confessou o crime de maneira fria e sem demonstrar arrependimento. O menor teria alegado que os pais não aceitavam um relacionamento que ele matinha à distância.


Para o delegado Carlos Augusto Guimarães, o adolescente aparentava ter algum tipo de desvio comportamental.

“Quando ele confessou os assassinatos, nos pareceu que ele tinha algum tipo de desvio comportamental, psicológico. Perguntei a ele se fazia algum acompanhamento com psicólogo, e ele disse que não, mas já estaria nos planos dos familiares levá-lo ao psicólogo para algum tipo de tratamento. Essas questões serão melhor analisadas agora com os depoimentos”, explicou.

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