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Governo do Rio de Janeiro cassa registro da Refit

Empresa investigada por sonegação fiscal teve a situação cadastral alterada para ‘impedida’ nesta sexta (29)

Rio de Janeiro|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo do Rio de Janeiro cassou o registro estadual da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A., conhecida como Refit, devido a investigações de sonegação fiscal.
  • O ex-governador Cláudio Castro e o empresário Ricardo Andrade Magro foram alvos da Operação São Refino, conduzida pela Polícia Federal.
  • A operação foi autorizada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes e investigou crimes como gestão fraudulenta e lavagem de capitais.
  • A Sefaz-RJ teria se tornado uma extensão do Grupo Refit, que possui dívidas de aproximadamente R$ 52 bilhões.

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REFIT
O dono do Grupo Refit, Ricardo Magro, foi alvo da Operação São Refino, da PF Divulgação/Refit

O governo do Rio de Janeiro cassou o registro estadual da Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A., conhecida como Refit.

A empresa, que está envolvida em uma investigação sobre esquemas de sonegação fiscal, teve a situação cadastral alterada para “impedida” nesta sexta-feira (29). A medida foi aplicada pela Sefaz-RJ (Secretaria Estadual de Fazenda).


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Operação Sem Refino

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Andrade Magro, dono do Grupo Refit, foram alvos da Operação São Refino, da PF (Polícia Federal), na sexta-feira (15).

A força-tarefa ocorreu no Rio de Janeiro e em outras duas unidades da Federação após determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.


Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, na zona sudoeste da cidade.

Ricardo também é alvo das investigações, mas atualmente mora nos Estados Unidos. O grupo comandado por ele é controlador da antiga Refinaria de Petróleo Manguinhos S.A., no Rio de Janeiro, e é considerado o maior devedor contumaz do país.


De acordo com a decisão de Moraes, são apurados crimes como gestão fraudulenta, lavagem de capitais, sonegação fiscal e evasão de divisas.

A polícia investiga uma estrutura de “contas de passagem” e fundos de investimento usados para ocultar a origem ilícita de recursos e reinjetar capital com aparência legítima.


A PF aponta que a Sefaz-RJ (Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro) teria se tornado uma “extensão da estrutura empresarial do Grupo REFIT” durante a gestão de Juliano Pasqual.

Segundo a decisão, o conglomerado REFIT possui débitos inscritos em dívida ativa que totalizam aproximadamente R$ 52 bilhões.

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