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Homem acusa policial penal de aliciar filha de 12 anos no Rio

Pai da menina afirma que servidor tentou marcar encontro com a filha; Seppen abriu sindicância e Polícia Civil investiga o caso

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Policial penal é acusado de aliciar uma adolescente de 12 anos para jogar futevôlei na praia.
  • Pai da menina, advogado Sandro Figueiredo, denuncia o caso nas redes sociais e formaliza queixa na Corregedoria-Geral da Seppen.
  • Seppen instaura sindicância e comunica o caso ao Ministério Público; Polícia Civil investiga através da DCAV.
  • Seppen afirma não compactuar com desvios de conduta de seus servidores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Corregedoria instaurou sindicância para apurar denúncias contra o agente Reprodução/Polícia Penal

Um policial penal é acusado de aliciar uma adolescente de 12 anos após convidá-la para jogar futevôlei na praia, sem a presença de outras pessoas, no Rio de Janeiro. O servidor é apontado como inspetor da Seppen (Secretaria de Estado de Polícia Penal).

O caso foi relatado publicamente pelo pai da adolescente, o advogado criminal Sandro Figueiredo, que publicou vídeos nas redes sociais com acusações contra o servidor.


Segundo o advogado, o policial penal teria tentado marcar um encontro com a filha e enviado mensagens temporárias, além de fotos em visualização única e conteúdos que seriam apagados logo após o envio.

Em outro vídeo divulgado pelo pai, ele aparece conversando com o policial penal e apresentando uma decisão judicial emitida em 9 de agosto deste ano.


Segundo o relato, um oficial de Justiça teria demorado a cumprir a determinação. Diante disso, o advogado afirma que comunicou pessoalmente o servidor sobre as medidas cautelares na quarta-feira (16).

O pai da adolescente também procurou a Corregedoria-Geral da Seppen para formalizar a denúncia. Ainda segundo ele, o policial penal teria apresentado comportamentos semelhantes envolvendo outras possíveis vítimas no mesmo local onde são realizadas as partidas de futevôlei.


A Seppen informou que a Corregedoria instaurou uma sindicância para apurar a denúncia e verificar as medidas administrativas cabíveis. O órgão também comunicou o caso ao Ministério Público por meio de ofício.

No âmbito criminal, a investigação está sob responsabilidade da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima). A Polícia Civil informou que a unidade realiza as diligências necessárias para esclarecer os fatos e apurar as circunstâncias da denúncia.


Em nota, a Seppen afirmou que não compactua com desvios de conduta ou crimes praticados por seus servidores.

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