Logo R7.com
RecordPlus

Operação mira entrada de drogas e celulares em presídios e tem policial penal como principal alvo

Draco-IE cumpre mandados contra organização criminosa investigada por abastecer unidades prisionais com materiais ilícitos

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Draco-IE, com apoio da SIPP, deflagrou uma operação contra uma organização criminosa que introduzia drogas e celulares em presídios do Rio de Janeiro.
  • O policial penal Wagner Jardim Dias é apontado como o principal responsável por facilitar a entrada dos materiais ilícitos nas unidades prisionais.
  • Investigações revelaram uma estrutura organizada com divisão de funções e movimentações financeiras suspeitas, incluindo transferências de R$ 259.600,14 sem justificativa.
  • A 1ª Vara das Garantias da Capital autorizou prisões temporárias e mandados de busca e apreensão para evitar destruição de provas e identificar mais envolvidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da Draco-IE cumprem mandados contra integrantes do esquema criminoso no RJ Reprodução/Polícia Civil

A Draco-IE (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais), com apoio da SIPP (Subsecretaria de Inteligência da Polícia Penal), deflagrou, na manhã desta segunda-feira (3), uma operação para cumprir quatro mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por introduzir drogas, aparelhos celulares e acessórios no sistema prisional do estado do Rio de Janeiro.

Segundo a Polícia Civil, o principal alvo da operação é o policial penal Wagner Jardim Dias, apontado como o responsável por viabilizar a entrada dos materiais ilícitos nas unidades prisionais.


As investigações indicam que o grupo criminoso possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções entre visitantes cadastradas, colaboradores externos e o agente público investigado.

A apuração começou após uma tentativa frustrada de introdução de uma grande quantidade de drogas, celulares e acessórios em uma unidade prisional.


A partir desse episódio, a Draco-IE e a Inteligência da Polícia Penal realizaram um trabalho conjunto que incluiu análise de imagens de câmeras de segurança, diligências, cruzamento de dados e investigação financeira, permitindo identificar os integrantes da organização e reconstruir o funcionamento do esquema.

De acordo com a Polícia Civil, um relatório de inteligência financeira apontou movimentações incompatíveis com a renda do policial penal investigado.


Conforme as investigações, ele recebeu R$ 259.600,14 em transferências sem justificativa econômica aparente em um curto período, além de outras operações consideradas suspeitas.

Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a 1ª Vara das Garantias da Capital autorizou as prisões temporárias e os mandados de busca e apreensão.


Segundo a decisão judicial, as medidas são necessárias para evitar a destruição de provas, impedir a interferência entre os investigados e possibilitar a identificação de outros integrantes da organização criminosa.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.