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"Parecia o Vietnã", diz homem salvo por aliança em tiroteio na porta do metrô

José de Souza Campos comparou tiroteio em Irajá a uma situação de guerra

Rio de Janeiro|Do Balanço Geral

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José de Souza Campos, salvo pela aliança, comparou o tiroteio em Irajá a uma situação de guerra
José de Souza Campos, salvo pela aliança, comparou o tiroteio em Irajá a uma situação de guerra

O idoso salvo pela própria aliança durante tiroteio entre bandidos e policiais na noite de quinta-feira (25) perto da estação Irajá do metrô, na zona norte do Rio de Janeiro, comparou o que viveu a uma guerra. Houve pânico e corre-corre. Três inocentes que estavam no local foram atingidos por balas perdidas. José de Souza Campos, de 78 anos, levou um tiro no dedo, mas o anel mudou a trajetória da bala.

— Na hora não foi fácil. Parecia que tinha uma guerra. Parecia que nós estávamos no Vietnã, mas agora eu sei que estamos no Brasil ainda e o nosso Brasil está desse jeito.


A taxista Bruna Cristina Neves Siqueira, de 35 anos, foi baleada na perna e está internada no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, zona norte da capital.

— O tiro fez estrago. Não vou dizer que não fez porque fez, mas graças a Deus não quebrou nenhum osso. Tive é, a fratura está bem exposta, perda de tecido.

Quatro bandidos em dois carros — um deles roubado — foram perseguidos por policiais militares. Um dos carros tinha mais de 20 tiros. Um dos suspeitos conseguiu fugir.

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