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Piloto de helicóptero da polícia baleado na cabeça morre após complicações da cirurgia no Rio

Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, foi atingido durante operação na Vila Aliança, em Bangu, em março de 2025

Rio de Janeiro|Do R7

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Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, lutava pela vida desde março de 2025 Reprodução/Governo do Estado do RJ

O policial civil e piloto de helicóptero da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais), Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, baleado na cabeça durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, morreu no domingo (17), após complicações decorrentes de um procedimento na prótese craniana para controlar um sangramento.

Felipe havia sido baleado em março de 2025, quando o helicóptero em que atuava como copiloto foi atingido por disparos de criminosos armados com fuzis durante uma ação policial na comunidade. Desde então, ele passou por um longo período de internação e tratamento médico.


Nove meses depois, Felipe recebeu alta para continuar a recuperação em casa. Porém, o policial apresentou alterações no quadro clínico e lutava contra uma infecção.

A morte foi confirmada pela esposa do policial, Keidna Marques, em uma publicação nas redes sociais.


“Felipe Monteiro Marques. Um guerreiro do início ao fim. Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido.”

Em nota, o Hospital São Lucas Copacabana informou que o policial morreu no início da noite de domingo (17), em decorrência de falência múltipla dos órgãos.


“É com profundo pesar que o Hospital São Lucas Copacabana, da Rede Américas, confirma o falecimento do paciente Felipe Monteiro Marques, piloto de helicóptero da Polícia Civil, no início da noite, por falência múltipla dos órgãos”, informou a unidade.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro também divulgou uma nota de pesar, destacando a coragem do policial e a mobilização de familiares, amigos e colegas durante o período de recuperação.


O comunicado diz que Felipe travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente da esposa.

A Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro lamentou profundamente a morte do agente e ressaltou a atuação dele em operações aéreas de apoio à segurança pública e no combate à criminalidade.

A instituição também afirmou que a perda causa imenso pesar em toda a corporação e reiterou que o enfrentamento às facções criminosas continuará sendo realizado com responsabilidade e compromisso com a população fluminense.

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