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PM diz que 457 armas foram desviadas desde 1993; nº diverge do revelado por presidente da CPI das Armas

Corporação afirma que instaurou procedimentos para apurar cada desvio

Rio de Janeiro|Do R7

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou, por meio de nota nesta quinta-feira (22), que 457 armas foram desviadas desde 1993, e não 335 desde 2005, como informado na apresentação de relatório à CPI das Armas. O corregedor da PM, coronel Victor Yunes, mostrou os dados, nesta quinta, em sessão da comissão na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio). O número diverge das contas feitas pelo presidente da CPI da Armas, deputado Carlos Minc, que revelaram o total de 607 armas desviadas de 2010 a 2015.

A PM ainda afirma que ocorreu a instauração de procedimento apuratório para cada suspeita de extravio desse conjunto de armas. Em alguns casos, a conclusão foi a de que houve erro de controle interno. Além disso, em 2012, a Corregedoria Interna da PM instaurou um IPM (Inquérito Policial Militar) para verificar se o mesmo policial pode ter envolvimento em mais de um caso de extravio de arma.


A corporação também se pronunciou sobre as 2.500 munições com suspeita de extravio do paiol da 1ª Companhia Independente de Polícia Militar. Segundo a PM, em setembro deste ano, foi instaurado um inquérito para verificar se houve falha administrativa ou extravio. A investigação está em andamento.

Dados divergem

O presidente da CPI das Armas, deputado Carlos Minc, revelou que IPM (Inquérito Policial Militar), realizado nos anos de 2010 e 2011, aponta desvio de 457 armas. Além disso, nas contas feitas pelo deputado a partir do relatório da PM, entre 2012 e 2015, o número é de cerca de 150. Somando os dados, ao todo seriam ao menos 607 armas desviadas em cinco anos.

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