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Polícia Penal apreende 28 celulares e cerca de 1 kg de drogas em quatro presídios do RJ

Ações ocorreram em unidades de Magé, Niterói e Bangu para combater comunicação entre criminosos presos e em liberdade

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Seppen realizou apreensões de 28 celulares e cerca de 1 kg de drogas em quatro presídios do RJ.
  • A operação, chamada Illicitus, busca combater o crime organizado e a comunicação entre presos e criminosos em liberdade.
  • As ações ocorreram em presídios de Magé, Niterói e Bangu, com apoio de subsecretarias e da Corregedoria-Geral.
  • Desde agosto, a operação já apreendeu mais de 700 celulares e 9 kg de drogas, além de prender visitantes e policiais penais envolvidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes encontraram diversos celulares e drogas durante ações em presídios no RJ Reprodução/Polícia Penal

A Seppen (Secretaria de Estado de Polícia Penal) apreendeu 28 aparelhos celulares e cerca de um quilo de drogas durante diligências realizadas na quarta-feira (9) em quatro unidades prisionais do Rio de Janeiro. As ações fazem parte da Operação Illicitus, que tem como objetivo combater a atuação do crime organizado dentro do sistema prisional e interromper a comunicação entre integrantes de facções que estão presos e criminosos em liberdade.

As revistas ocorreram no Presídio Romeiro Neto, em Magé, na Baixada Fluminense; no Instituto Penal Edgar Costa, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro; na Penitenciária Talavera Bruce, em Bangu; e no Presídio Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó.


As ações contam com a participação integrada das subsecretarias Operacional e de Inteligência da Seppen, além da Corregedoria-Geral.

De acordo com a Seppen, as operações têm como alvos permanentes presos, visitantes e policiais penais que eventualmente estejam envolvidos em práticas ilegais ou atuem para facilitar atividades criminosas dentro das unidades.


As diligências são realizadas de forma sistemática para impedir a entrada e a circulação de materiais proibidos e reduzir a capacidade de comunicação e articulação das organizações criminosas.

Desde o início da Operação Illicitus, em agosto, mais de 700 celulares e nove quilos de drogas já foram apreendidos em estabelecimentos prisionais do estado.


No mesmo período, o uso de tecnologias como scanners corporais contribuiu para a prisão de 12 visitantes que tentavam entrar em unidades com materiais proibidos. Dois policiais penais também foram flagrados durante as ações.

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