Rio de Janeiro Ponte Rio-Niterói: após quatro horas de sequestro, suspeito é morto

Ponte Rio-Niterói: após quatro horas de sequestro, suspeito é morto

Homem foi atingido após descer do ônibus e jogar um objeto em direção aos negociadores. Não há informações sobre estado de saúde dos reféns

Niterói: após quatro horas de sequestro, suspeito é baleado por policiais

Momento em que suspeito é baleado

Momento em que suspeito é baleado

Reprodução/Record TV

Após quatro horas de negociações, o homem que sequestrava um ônibus na ponte Rio-Niterói foi morto pela Polícia Militar. O suspeito fez 37 pessoas reféns em um ônibus durante a manhã desta terça-feira (20). O sequestrador havia descido do ônibus e arremessado um objeto em direção aos negociadores, no momento que foi ao chão.

Segundo informações da Record TV Rio, o sequestrador não resistiu aos ferimentos. Nenhum refém ficou ferido. Todos foram atendidos e passam bem.

Múltiplos disparos foram ouvidos por repórteres e motoristas que estavam na ponte. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar, coronel Mauro Fliess, o suspeito foi atingido por um tiro de um sniper - atirador de elite - posicionado sobre o caminhão do Corpo de Bombeiros. 

O porta-voz complementou dizendo que o sequestrador usava uma arma de brinquedo e havia espalhado combustível por todo o ônibus. Uma imagem de uma espécie de varal de gasolina foi feita por um dos reféns no coletivo.

Momentos antes do término do sequestro, o Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), que comandava as negociações, pediu para que o espaço aéreo no entorno da ponte fosse fechado e as equipes de televisão se afastassem.

Em contato com a Record TV Rio, uma fonte da Polícia Militar declarou que o sequestrador estava acompanhando a cobertura da imprensa por um aplicativo de televisão no celular.

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Após serem liberados pelo sequestrador, reféns disseram que o suspeito pedia R$ 30 mil pelo resgate. Durante as quase quatro horas de negociações, seis pessoas foram soltas.

O sequestro e ação da Polícia Militar serão investigados pela DH-Capital (Delegacia de Homicídios), na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Celso Fonseca