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PRF reforça fiscalização em 11 estradas federais do Rio

Operação pretende reduzir o número de acidentes nas rodovias

Rio de Janeiro|Do R7, com Agência Brasil

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A Operação Rodovida – que envolve o governo federal, Estados e municípios – vai intensificar a fiscalização em 11 trechos de estradas federais, que passam pelo Estado do Rio, considerados perigosos. Os três com maior número de acidentes são: o Trevo das Margaridas, na avenida Presidente Dutra; o Trevo das Missões, na rodovia Washington Luís; e o entroncamento da BR-101 Norte, entre os municípios de Rio Bonito e Campos dos Goytacazes.

Em todo o país, o reforço na fiscalização ocorrerá em 100 pontos perigosos, principalmente nos estados de Santa Catarina, Minas Gerais, da Bahia, de São Paulo e do Rio de Janeiro, respectivamente. A diretora-geral da operação, Maria Alice Nascimento Souza, diz que o objetivo é chamar atenção para as situações que causam mais riscos nas estradas.


— Neste período da operação abordaremos as situações que mais provocam acidentes: ultrapassagem perigosa, alcoolismo e os motociclistas, que, infelizmente, integram estatíticas graves de morte.

A operação ocorrerá até 31 de janeiro, na primeira etapa; e entre 21 de fevereiro e 9 de março de 2014, na segunda etapa, para incluir o Carnaval.


Pelo terceiro ano, a Operação Rodovida vai integrar ações de quatro ministérios e incluirá também as policias rodoviárias estaduais e a Polícia Militar.

O principal objetivo é reduzir os acidentes com mortes nas estradas federais, estimada em 40 mil mortos por ano, segundo o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. O governo, conforme o ministro, fará intervenções de infraestrura nos 100 pontos críticos.


— Há um investimento na automoção e tecnologia nas rodovias.

Serão feitas blitze com bafômetro, controle de velocidade e fiscalização de motocicletas. Somente a PRF prevê aumento de 40% do efetivo para as ações. Serão usados 920 novos veículos e 130 novos radares móveis, que se somarão aos cerca de 1.700 já instalados nas rodovias federais. Ao todo, a Operação Rodovida custará cerca de R$ 800 mil.

A ação faz parte do esforço de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito do mundo até 2020, meta da ONU (Organização das Nações Unidas).

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