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RJ: grávida acusa Hospital Rocha Faria de negligência após morte de bebê

Marta Maria Santos procurou o hospital após sentir dores e perder líquido

Rio de Janeiro|Do R7

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Marta estava grávida do segundo filho
Marta estava grávida do segundo filho

Uma mulher perdeu um bebê, e a família acusa o médico de ter sido negligente no atendimento. Segundo Marta Maria Santos, de 37 anos, ela procurou o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, zona oeste do Rio, após sentir dores e começar a perder muito líquido.

Marta contou que durante o atendimento, o médico não teria conseguido ouvir o bebê e pediu um exame de ultrassonografia, que não pode ser realizada porque o hospital estava sem o aparelho. Com isso, ela teve que voltar para casa sem fazer o exame.


Dois dias depois, ela conseguiu fazer a ultrassonografia em uma clínica particular e, ao voltar ao hospital, foi informada que já era tarde demais.

O casal acredita que Marta estava em trabalho de parto no momento em que foi atendida e, por isso, o médico foi negligente. Segundo Marta, ele a examinou em uma máquina que só tinha como ouvir o bebê e falou que o equipamento deveria estar ruim.


— Ele não fez o toque. Simplesmente pegou a máquina que não tem imagem e falou que não estava ouvindo.

Marta também contou que em nenhum momento o médico falou o porquê não conseguia ouvir o bebê. Ela estranhou a situação porque momentos antes a criança estava mexendo.


A família também reclama que o atestado de óbito foi emitido sem a causa da morte, o que impede a realização do enterro.

— Nós queremos esclarecer isso para que não venha acontecer com os outros.


Em nota, a direção do Hospital Rocha Faria informou que não procede à alegação de falta de ultrassom na maternidade. O hospital também informou que em virtude da paralisação dos funcionários da limpeza, os pacientes que não apresentavam o quadro grave foram orientados a buscar outras unidades.

De acordo com a unidade, a paciente não apresentava sinais de trabalho de parto, nem risco de morte. Sobre a declaração de óbito, onde consta causa indeterminada, o hospital informou que não é impeditivo para o sepultamento do bebê.

Assista ao vídeo:

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