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RJ: sobe para 66 número de casos de microcefalia em 2015

Novo protocolo provocou revisão de casos; até o dia 9 deste mês, total era de 44

Rio de Janeiro|Do R7

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O Estado do Rio de Janeiro registrou 66 casos de microcefalia neste ano, segundo informou nesta quarta-feira (16) a Superintendência de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde a partir de levantamento feito de 1º de janeiro até ontem. Até o dia 9 deste mês, haviam sido identificados 45 casos.

Em 2014, foram registrados dez casos da malformação no Rio de Janeiro, segundo o SINASC (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos).


Dos 66 casos, 55 são de bebês já nascidos e os outros 11 são referentes ao período intra-uterino. Deste total, 20 mulheres relataram histórico de manchas vermelhas pelo corpo ao longo da gravidez. 

A secretaria esclarece que, por causa do novo protocolo de vigilância estabelecido pelo Ministério da Saúde, que considera a microcefalia em bebês com perímetro cefálico menos ou igual a 32 cm, a Superintendência de Vigilância Epidemiológica realizou revisão de todos os casos registrados no Relatório de Emergência em Saúde Pública de modo a verificar as notificações que se enquadravam na nova definição de caso.


Os casos com nascimento até maio e que não se encontram dentro da definição citada foram excluídos. A data definida para exclusão leva em conta a época do início da circulação do vírus zika no Estado.

Desde 18 de novembro, quando se tornou obrigatório no Estado a notificação de gestantes com manchas vermelhas na pele (exantema), já foram notificados 698 casos de grávidas com exantema. Até o momento, 12 tiveram a confirmação de zika vírus, mas ainda não há confirmação se os fetos apresentam microcefalia. Importante ressaltar que o resultado positivo para zika não configura a existência de microcefalia e que essas gestantes serão monitoradas até o final da gestação.

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde acrescenta que, desde junho, quando tornou obrigatória a notificação de casos de síndromes neurológicas agudas com histórico de manchas vermelhas (exantema) no Estado, foram notificados cinco casos da Síndrome de Guillain-Barré no Rio de Janeiro, sendo que um deles possuía relato de exantema, um segue em processo de investigação e três foram descartados.

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