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Rodoviários discutem nova paralisação e liderança descarta "catraca livre"

Após concentração na Candelário, grupo vai seguir em caminhada por ruas da região central

Rio de Janeiro|Do R7

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Grupo dissidente avalia possibilidade de nova paralisação
Grupo dissidente avalia possibilidade de nova paralisação

Grupo dissidente do Sintraturb-Rio, sindicato dos rodoviários, vai avaliar em assembleia marcada para as 16h desta terça (20), na Candelária, no centro do Rio, a possibilidade de uma nova paralisação.

Após concentração na praça Pio 10, na Candelária, o grupo vai seguir em caminhada pelas ruas da região central. Os motoristas e cobradores decidirão ainda se o destino será a prefeitura ou a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).


Ao R7, Hélio Teodoro, um dos líderes do grupo, descartou a adoção do movimento “catraca livre”. Rumores davam conta de que, em uma nova fase de protestos, os rodoviários transportariam os passageiros sem a cobrança das passagens. No entanto, Hélio diz acreditar que a medida colocaria em risco o emprego dos rodoviários.

— Não vamos aderir ao catraca livre, porque tememos que os consórcios nos demitam.


No dia 8, uma paralisação de 24 horas de parte da categoria prejudicou 1,8 milhão de passageiros e resultou na depredação de 531 coletivos, segundo o sindicato patronal.

A decisão pela última greve, no dia 12 deste mês, foi tomada após tentativa frustrada de conciliação no TRT-RJ (Tribunal Regional do Trabalho). Não houve acordo entre o sindicato da categoria, o grupo que não aceita o aumento proposto e representantes das empresas de ônibus.

O acordo firmado pelo sindicato dos motoristas e cobradores com a Rio Ônibus, que administra os coletivos no Rio, garantiu 10% de reajuste para a categoria e aumento no vale alimentação de R$ 120 para R$ 150, mas os dissidentes, que não são ligados ao sindicato, reivindicam 40% de reajuste salarial e vale alimentação de R$ 400 - além do fim do acúmulo das funções de motorista e cobrador. De acordo com a Rio Ônibus, no encontro do dia 12 último, não foi possível negociar, já que a comissão formada pelos dissidentes não tem representatividade legal.

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