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Servidores da Educação e Segurança recebem nesta sexta (12)

Governo disse que permanecerá com a política de priorizar o pagamento dessas áreas

Rio de Janeiro|Do R7

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Governador acumula três pedidos de cassação, dois são por improbidade administrativa
Governador acumula três pedidos de cassação, dois são por improbidade administrativa

O Governo do Estado do Rio de Janeiro deposita nesta sexta-feira (12) pagará os salários integrais de abril dos servidores ativos da Educação e do Degase e de todos os servidores ativos, inativos e pensionistas da Segurança - policiais militares e civis, bombeiros, agentes penitenciários e demais funcionários das secretarias de Segurança e Administração Penitenciária e órgãos vinculados. Ao todo será depositado o valor líquido de R$ 915 milhões. O pagamento dos ativos da Educação será efetuado com recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e o da Segurança com recursos do Tesouro. De acordo com o governo, os vencimentos serão depositados ao longo do dia, mesmo após o término do expediente bancário.

Professores da Uerj se manifestaram nas redes sociais nesta semana, exigindo a regularização de seus pagamentos
Professores da Uerj se manifestaram nas redes sociais nesta semana, exigindo a regularização de seus pagamentos

O governo tem priorizado o pagamento dos servidores das áreas da educação e segurança desde o início deste ano. Em outros setores, trabalhadores estão com seus vencimentos atrasados em dois meses. Na Uerj, professores e técni-administrativos não têm sequer o calendário de pagamento do mês de abril, assim como, ainda não receberam pelo mês de março. Nesta semana, diversos professores se manifestaram nas redes sociais denunciando os atrasos do governo.


Na saúde, o governador é acusado de ter desrespeitado a lei orçamentária por não ter cumprido o repasse mínimo estipulado para área. Representantes do Muspe apresentaram um pedido de cassação do mandato de Pezão prevendo crime de responsabilidade administrativa. A bancada do Psol também entrou com um pedido de afastamento do governador, onde é previsto o desrespeito à condições básicas de vida dos trabalhadores, como o acesso à comida e direito à dignidade. No documento, os parlamentares apresentam diversos casos de servidores que estão passando dificuldades, alguns casos configurando inclusive em suicídio dos mesmos, devido à falta de pagamento.

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