Rio de Janeiro Witzel garante que seu governo vencerá o crime organizado no Rio

Witzel garante que seu governo vencerá o crime organizado no Rio

Governador acompanhou enterro do primeiro policial militar morto em 2019. Agente de segurança foi baleado quando tentava evitar assalto

Witzel garante que seu governo vencerá o crime organizado no Rio

Witzel acompanha enterro do primeiro PM morto em 2019

Witzel acompanha enterro do primeiro PM morto em 2019

Fernando Frazão/Agência Brasil/06.01.2019

O governador do Rio, Wilson Witzel, garantiu neste domingo (6) que o seu governo vencerá o crime organizado, usando de todos os meios para isso. Ele esteve presente ao sepultamento do soldado Daniel Henrique Mariotti, morto em confronto no sábado (5), e fez questão de carregar o caixão do militar.

"Nós não vamos permitir que o crime organizado continue barbarizando a nossa sociedade. É preciso agir com rigor. Nós temos a convicção de que vamos vencer o crime organizado. O Estado é mais forte. Vamos utilizar todos os esforços e meios para aniquilar e asfixiar o crime organizado", declarou o governador, após o sepultamento do soldado.

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O comandante da Polícia Militar, alçado a secretário de estado no atual governo, coronel Rogério Figueiredo, também destacou que a ação de suspeitos contra policiais será respondida de forma enérgica.

"A nossa resposta sempre vai ser muito forte. Não vamos admitir qualquer enfrentamento à Polícia Militar. Qualquer policial militar que for vitimado, a PM dará resposta dentro da forma da lei", disse Figueiredo.

Também estiveram presentes ao enterro, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e o vice-governador, Cláudio Castro, entre outras autoridades.

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Daniel Henrique foi o primeiro policial militar morto no ano. Ele morreu quando tentava evitar um assalto, na Linha Amarela, no início da noite de ontem.

Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro lamentou no Twitter a morte do soldado. "Meu pesar à família de mais um PM assassinado no RJ, o soldado Mariotti. A caça aos agentes de segurança e o massacre dos cidadãos de bem sempre foram tratados como números. Legislativo, Executivo e Judiciário juntos, devem na lei, propiciar garantias para que o bem vença o mal", disse o presidente.