Museu do Trem, em São Leopoldo, guarda mais de mil itens da história ferroviária gaúcha
Um passeio pela primeira estação ferroviária construída no Rio Grande do Sul: é o que oferece o Museu do Trem, em São Leopoldo, no Vale do Sinos.
Guaíba no Ar|Do R7
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
No local, além das locomotivas e vagões históricos, é possível conhecer relógios, máquinas de escrever e de calcular, quepes, bilhetes e carimbadores - mais de mil itens que fazem parte do acervo.
Do lado da Trensurb, a história parada no tempo
De um lado da estação passam os vagões da Trensurb, que levam, diariamente, cerca de 90 mil usuários por dia útil de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, até Porto Alegre, em uma extensão de 43,8 quilômetros com 22 estações em seis cidades: Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia, Esteio, Canoas e Porto Alegre. Do outro lado, estão estacionados vagões históricos e parte do acervo da extinta Viação Férrea do Rio Grande do Sul (VFRGS) / Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA).
Um acervo de milhares de peças
Além do acervo tridimensional - com cerca de 1.874 itens, entre locomotivas, vagões, mobiliário e equipamentos de escritório da antiga viação férrea -, o Museu do Trem de São Leopoldo reúne um acervo documental com quase dois mil arquivos, um acervo audiovisual com milhares de fotografias, negativos de vidro e slides, e um acervo bibliográfico com quase 400 materiais.
Um patrimônio reconhecido nacionalmente
Fundado em 26 de novembro de 1976, o Museu do Trem de São Leopoldo - também chamado de Centro de Preservação da História Ferroviária do Rio Grande do Sul - é o principal equipamento público na temática ferroviária de toda a Região Sul do Brasil. O acervo está sob a guarda do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e aos cuidados da Prefeitura de São Leopoldo, além de ter seu sítio histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Estadual (Iphae).
Entre os programas do museu estão a Residência Museu-Escola, voltada à pesquisa acadêmica de professores e alunos da rede municipal, a Residência Artística, que aproxima artistas do acervo, e o programa #MuseudoTremLive, criado durante a pandemia, para debates e rodas de memória com a comunidade.















