Logo R7.com
RecordPlus
‌

Diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta chances de tratamento eficaz

Mamografia pode identificar alterações antes dos sintomas e é fundamental para detectar a doença precocemente

Rio Grande Record|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Outubro Rosa enfatiza a relevância do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama.

  • A mamografia é essencial, pois pode detectar alterações antes do aparecimento de sintomas.

  • A experiência de Michele Goulart ilustra a importância dos exames regulares na identificação do câncer.

  • A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda mamografias anuais para mulheres entre 40 e 75 anos.

 

O Outubro Rosa reforça um alerta que deve ser lembrado durante todo o ano: o diagnóstico precoce é fundamental no combate ao câncer de mama. A mamografia pode identificar alterações antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas, aumentando as possibilidades de um tratamento mais eficaz e as chances de cura.

Foi um exame de rotina que mudou a vida da servidora pública Michele Goulart. Em 2023, o resultado da mamografia não apontou nenhuma alteração. Um ano depois, um novo exame identificou um nódulo. Veio, então, o diagnóstico de câncer de mama.

‌

Aos 45 anos, Michele iniciou o tratamento com quimioterapia. A rapidez entre a descoberta da doença e o início do tratamento foi determinante para a redução do tumor. Hoje, ela segue em acompanhamento médico.

Depois do impacto inicial do diagnóstico, Michele decidiu enfrentar a doença e transformar a própria experiência em um alerta para outras mulheres. Ela conta que se permitiu viver o medo e a tristeza nos primeiros dias, mas depois encontrou forças para seguir em frente.

‌

Mamografia pode detectar lesões antes dos sintomas

A mamografia é considerada a principal forma de rastreamento do câncer de mama. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o exame deve ser realizado anualmente por mulheres dos 40 aos 75 anos.

‌

O especialista em ginecologia oncológica, Geraldo Gomes da Silveira, explica que a mamografia permite identificar lesões ainda em fases iniciais, muitas vezes antes que sejam percebidas pela paciente ou provoquem sintomas.

Conhecer o próprio corpo também é importante. Alterações nas mamas, como caroços e secreções, devem ser investigadas. O histórico familiar e outros fatores de risco também precisam ser considerados durante o acompanhamento médico.

‌

Rio Grande do Sul registrou mais de 4 mil diagnósticos em 2025

No Rio Grande do Sul, o câncer de mama segue entre os principais desafios para a saúde das mulheres. Em 2025, foram registrados mais de 4 mil novos diagnósticos e 1.566 mortes. Até setembro deste ano, 1.483 casos haviam sido registrados no Estado.

O tratamento varia de acordo com cada paciente. Conforme explica o mastologista Rodrigo Cericatto, a definição da estratégia depende do tipo e do estágio do tumor, além das características individuais da mulher.

Quando Michele fez a mamografia, não sentia dor nem apresentava qualquer sinal que pudesse servir de alerta. Havia apenas um exame de rotina. A história mostra por que, quando o assunto é câncer de mama, cuidar da saúde também significa não esperar que o corpo dê sinais para procurar atendimento.

A mensagem ganha ainda mais força durante o Outubro Rosa, mas vale para todos os meses do ano: a detecção precoce pode fazer diferença no tratamento e nas chances de cura.

Hoje, Michele também usa a própria experiência para incentivar outras mulheres a manterem os exames em dia. Para ela, se sua voz puder servir de alerta para alguém, sua história ganha um propósito.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.