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Idoso morto no pátio de casa, em Gravataí, é sepultado

Mauricio Gomes Dutra, 69 anos, foi morto em latrocínio; prefeitura decretou luto de três dias

Rio Grande Record|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Maurício Gomes Dutra foi encontrado morto em sua casa, em Gravataí, em um caso tratado como latrocínio.
  • A morte gerou comoção e a prefeitura decretou luto oficial de três dias em homenagem à vítima.
  • Investigação policial indica roubo de celular e cartões de crédito após o homicídio, e já há um suspeito no caso.
  • A comunidade está abalada e clamando por justiça, enquanto familiares lidam com a difícil comunicação da morte à mãe de 97 anos de Maurício.

 

Foi sepultado nesta quinta-feira (01.10) o corpo do idoso morto no pátio de casa, em Gravataí. O crime vem sendo tratado como latrocínio, que é o roubo seguido de morte. 

A morte de Mauricio Gomes Dutra, de 69 anos, causou comoção na cidade, e a prefeitura decretou luto de três dias. Gremista apaixonado, ele era uma figura carismática, conhecida por todos, e foi um dos primeiros alunos da Apae de Gravataí. 

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A vizinha Analeti Bervig, que morava em frente à casa dele, lembra que Mauricio era o "bom dia" e o "boa noite" dela. A prima da vítima, Débora Gomes Braun, afirma que só quem o conhecia sabe a dor que Gravataí sente e pede justiça. 

Crime na madrugada de quarta-feira 

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Mauricio foi morto na madrugada de quarta-feira (30.09), no pátio da residência. A Polícia trabalha com a hipótese de latrocínio porque o celular e cartões de crédito dele foram levados. Segundo a investigação, a casa foi toda revirada. Ele foi encontrado morto do lado de fora, no imóvel onde morava com a mãe, de 97 anos. 

Mãe ainda não foi informada 

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A idosa ainda não foi informada da morte do filho. Débora conta que a família decidiu cuidar desse momento e que vai contar aos poucos. A empresária Rejane Petry diz que a mãe está no silêncio dela e sem noção do que está acontecendo. 

Polícia tem suspeito 

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A Polícia já tem um suspeito e divulgou imagens de uma câmera de monitoramento, próxima ao local do crime, para que a população ajude a identificar o criminoso. A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do crime. 

Revolta e pedido de justiça 

Para Analeti, a palavra que define o momento é revolta, e ela afirma que a comunidade se sente abandonada. Rejane lembra que Mauricio era uma pessoa feliz, sem maldade, que não tinha tempo ruim, e diz que não aceita de jeito nenhum que ele tenha morrido dessa forma. 

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