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Alckmin diz que acelera banho para economizar água

No Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP, consumo de água subiu 22% em janeiro

São Paulo|Do R7

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Ontem, Alckmin afirmou que o racionamento não está descartado
Ontem, Alckmin afirmou que o racionamento não está descartado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (10) que deu "uma acelerada" em seus banhos como um meio de enfrentar a crise hídrica que atinge as cidades abastecidas pelo Sistema Cantareira. Ele ainda disse que vem tomando outras medidas pessoais para manter o uso racional da água, principalmente no banheiro. Perguntado se sempre adotou essa postura de não desperdício da água, o tucano revelou que "deu uma aprimorada maior" em suas atitudes após a crise — que pode fazer São Paulo enfrentar um rodízio hídrico.

— Onde é que há desperdício normalmente numa casa? Há desperdício geralmente no banheiro, como fazer a barba com a torneira aberta. Então, torneira fechada. Sempre fechei, porque isso é cultural. Segundo, escovar o dente com a torneira fechada. Se está se ensaboando, torneira fechada. São pequenos hábitos de uso racional. Eu dei uma aprimorada maior, dei uma acelerada maior (no banho), mais rápido.

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As afirmações foram feitas em uma coletiva à imprensa em Guarulhos, na Grande São Paulo, município abastecido indiretamente pela Sabesp e que já enfrenta um rodízio de água.

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O governador mora no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual, na zona sul da capital paulista, onde o consumo de água aumentou 22% em janeiro — o primeiro mês da crise hídrica — na comparação com dezembro, conforme revelou o Estado nesta semana.

Alckmin disse também que seu governo conta com a colaboração da população de 31 cidades da região metropolitana de São Paulo atendidas pela Sabesp para aderir ao programa de bônus com a redução do consumo de água, lançado no fim de março. Com isso, a água de outros sistemas de abastecimento da área pode ajudar a suprir a demanda dos clientes do Cantareira, que está secando.

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