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Alckmin diz que PM agiu dentro da lei em ato contra a Copa do Mundo

Para o governador de São Paulo, "os policiais agiram com firmeza para proteger a população" 

São Paulo|Do R7

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Alckmin não comentou caso de manifestante baleado pela PM
Alckmin não comentou caso de manifestante baleado pela PM

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu neste domingo (26) a ação da Polícia Militar nas manifestações de sábado (25) contra a Copa do Mundo, em São Paulo. Para ele, os policiais agiram com firmeza para proteger a população e evitar que uma tragédia acontecesse.

— Esta é a orientação dada à Polícia Militar, que agiu dentro da lei.


O governador criticou a ação dos black blocs.

— As pessoas que participaram de atos de vandalismo e depredação não podem ser consideradas manifestantes.


Vídeo mostra momento em que PMs atiram em manifestante em São Paulo

Vítimas fogem desesperadas de carro em chamas


De acordo com o governador, a PM agiu no sentido de proteger as pessoas que estavam concentradas na praça da República para assistir aos shows em comemoração ao aniversário da cidade.

— Havia crianças, idosos e famílias, que tinham de ser protegidas.


Baleado

Alckmin não quis se pronunciar sobre o jovem baleado no confronto com os policiais. Ele argumentou que não tinha detalhes da ocorrência e que o comando da Polícia Militar deveria se pronunciar a respeito do caso. O governador esteve em Santos para as comemorações dos 468 anos de aniversário da cidade.

Protesto

Ao todo, 135 pessoas foram detidas na noite deste sábado (25) pela Polícia Militar, após as cenas de violência e vandalismo durante a manifestação contra a Copa do Mundo no Brasil. A maioria estaria envolvida com agressões a policiais e com o rastro do quebra-quebra ocorrido em várias ruas do centro de São Paulo.

Os detidos foram conduzidos para duas delegacias, 78º Distrito Policial, nos Jardins, e 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, onde foram ouvidos e, posteriormente, liberados. A polícia informou ainda que três agências bancárias e uma viatura da GCM (Guarda Civil Metropolitana) foram depredadas. Um fusca também foi incendiado, após tentar passar por cima de um colchão em chamas.

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