Bilhete Único Mensal não carrega em pontos de autoatendimento eletrônico
Passageiros podem fazer recarga em guichês das estações do metrô e dos postos da SPTrans
São Paulo|Do R7

Lançado no sábado (30) pela Prefeitura de São Paulo, o Bilhete Único Mensal ainda não pode ser carregado em pontos de autoatendimento eletrônico e lotéricas, levando mais gente para as filas dos guichês das estações do metrô e dos postos da SPTrans (São Paulo Transporte).
A SPTrans, que gerencia o sistema de coletivos da capital paulista, não sabe quando os créditos poderão ser comprados nas máquinas. A empresa afirmou que, "neste primeiro momento, está priorizando a recarga desses novos bilhetes nas vendas assistidas, que também contemplam os pontos de estabelecimentos comerciais".
Até a tarde desta quinta-feira (5), 165 mil passageiros já haviam se cadastrado, dos quais 32 mil retiraram os cartões nos postos escolhidos na hora da inscrição no programa.
Valores
Segundo acordo firmado entre a prefeitura e o governo estadual, o Bilhete Único Mensal ficou dividido em cinco modalidades. As duas primeiras dizem respeito ao vale transporte comum, um exclusivo para quem só utiliza ônibus e outro para quem só utiliza trem ou metrô (chamado de “Bilhete Único dos Trilhos”), os quais vão custar demandar uma carga de R$ 140 cada.
Já para quem utiliza tanto metrô/trem quanto ônibus nos seus deslocamentos pela cidade, o chamado Bilhete Único Mensal integrado vai custar R$ 230.
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Para os estudantes há duas opções: o vale transporte comum se restrições, ao custo de R$ 70, e o integrado (ônibus + metrô/trem), ao custo de R$ 140 ao mês.
A validade dos créditos será de 31 dias a partir do primeiro uso do Bilhete Único Mensal. Se o valor ultrapassar a carga, a vantagem será do usuário, ao passo que ele perderá o crédito se utilizar um valor inferior ao da sua carga inicial.















