Logo R7.com
RecordPlus
‌

Cantareira: nível fica abaixo dos 4% pela primeira vez e pode zerar mês que vem

Primeira cota do volume morto chegou a 3,9% nesta sexta-feira (17), segundo a Sabesp

São Paulo|Do R7, com Agência Brasil

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Primeira cota do volume morto deve durar até novembro
Primeira cota do volume morto deve durar até novembro

O volume morto do Sistema Cantareira registrou, nesta sexta-feira (17), nível abaixo dos 4% pela primeira vez na história, de acordo com o monitoramento diário da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Com 3,9% de água, a primeira cota do volume morto deve secar em novembro caso não chova significativamente até mês que vem. Esse prazo já havia sido indicado pela presidente da companhia, Dilma Pena. 

O governador Geraldo Alckmin declarou, no entanto, que a água não irá acabar no próximo mês. 

‌

Nessa quinta-feira, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira, cuja retirada começou no dia 16 de maio. Segundo a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema.

Segunda cota do volume morto

‌

O presidente do TRF3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), Fábio Prieto, suspendeu na quinta-feira (16), a liminar que determinava a revisão da quantidade de água retirada do Sistema Cantareira e proibia a captação da segunda cota do volume morto do manancial pela Sabesp para abastecer a Grande São Paulo.

A suspensão da medida foi solicitada pela Sabesp, pelo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo), órgão regulador do sistema, e pelo governo Geraldo Alckmin, que contam com os 106 bilhões de litros da segunda reserva profunda das represas para manter o abastecimento da região metropolitana de São Paulo até março de 2015 sem decretar racionamento oficial.

‌

Falta de água atinge 13,7 milhões no Estado de SP

Desabastecimento de água já afeta 34 escolas de SP

Combinação de baixa umidade, falta de água e poluição aumenta doenças e estresse de paulistanos

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.