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Caso Joaquim: depoimentos de mãe e padrasto são adiados

Casal é acusado de matar menino de três anos em novembro no ano passado em Ribeirão Preto

São Paulo|Do R7,com Fala Brasil

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Os depoimentos de Natália Ponte e Guilherme Longo, mãe e padrasto de Joaquim Ponte Marques, de três anos, morto no ano passado, em Ribeirão Preto, no inteiror de São Paulo, foram adiados. O interrogatório estava previsto para a última sexta-feira (12), na audiência de instrução do caso.

Relembre o caso:


A Justiça decidiu que só vai ouvir o casal depois que todas as testemunhas do caso prestarem depoimento e, por enquanto, não há previsão de quando isso irá acontecer. Longo e Natália voltaram a se encontrar no Fórum de Ribeirão Preto e acompanharam o depoimento de testemunhas de acusação e defesa. O padrasto veio do presídio de Tremembé, também no interior paulista, onde está preso. Natália, que responde ao processo em liberdade, veio de São Joaquim da Barra, onde mora com a família.

Mãe e padrasto são acusados de envolvimento na morte de Joaquim Ponte Marques, de três anos, em novembro do ano passado
Mãe e padrasto são acusados de envolvimento na morte de Joaquim Ponte Marques, de três anos, em novembro do ano passado

A imprensa não pôde acompanhar os 12 depoimentos que aconteceram em dois dias de audiência, na quinta-feira (11) e sexta-feira. Entre as testemunhas, estavam os pais e a irmã de Longo. O processo de julgamento do caso já teve audiências em São Joaquim da Barra, Uberaba, em Minas, e Cachoeira Alta, em Goiás.


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O crime

Joaquim Ponte Marques, de três anos, desapareceu de casa em Ribeirão Preto, no interior paulista, em 5 de novembro de 2013. O corpo da criança foi localizado cinco dias depois boiando no Rio Pardo, em Barretos, também no interior. No mesmo dia, a mãe e o padrasto foram presos.


Longo permanece preso no presídio de Tremembé, no Vale do Paraíba. Ele é acusado de matar a criança com uma superdosagem de insulina, hormônio usado pela vítima para o tratamento de diabetes. Em seguida, segundo inquérito da Polícia Civil, ele jogou o corpo no rio perto da casa da família.

A mãe da criança foi libertada pela Justiça em janeiro deste ano. O casal foi acusado por homicídio triplamente qualificado. O padrasto ainda responde por ocultação de cadáver. Os dois negam qualquer participação na morte da criança. 

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