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Caso Vitor Gurman: testemunhas vão a fórum para audiência de instrução

Ele foi atropelado por carro de luxo, em 2011, na Vila Madalena; motorista estava bêbada

São Paulo|Do R7, com SP no Ar

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Motorista perdeu o controle da direção, capotou o carro e atingiu Vitor Gurman (foto) na calçada
Motorista perdeu o controle da direção, capotou o carro e atingiu Vitor Gurman (foto) na calçada

A primeira audiência do caso Vitor Gurman aconteceu nesta quinta-feira (7), no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. O administrador, de 24 anos, foi atropelado por um jeep Land Rover, em 2011, na Vila Madalena, também na zona oeste da capital. 

O juiz convocou 14 testemunhas de acusação e defesa. Foram ouvidas três testemunhas de acusação e uma testemunha comum às partes. A continuidade da audiência foi marcada para o dia 11 de junho, no fórum da Barra Funda. 


A nutricionista Gabriella Guerrero Pereira, de 30 anos, dirigia o carro de luxo. Ela estava acompanhada do namorado, no banco do passageiro. Ela perdeu o controle da direção, o carro capotou e atingiu Vitor Gurman que estava na calçada.

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Entenda o caso

No dia 23 de outubro do ano passado, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra a nutricionista Gabriella Guerrero Pereira pela morte do administrador Vitor Gurman, de 24 anos. Em julho de 2011, Gurman foi atingido pelo jeep Land Rover dirigido por Gabriella, quando caminhava pela calçada em uma rua da Vila Madalena, zona oeste de São Paulo. Com a denúncia, Gabriella passou à condição de ré.


A nutricionista responde por homicídio qualificado com dolo eventual (quando assume o risco de matar). A pena pode variar entre oito e 30 anos de prisão. Para o promotor do caso, Rogério Leão Zagallo, ao assumir a direção de um veículo que não estava acostumada, alcoolizada e em velocidade superior à permitida, Gabriella foi mais do que imprudente. Ela assumiu o risco de causar um acidente.

A partir desta quinta-feira (7), o processo entrou na fase de instrução, quando serão ouvidas testemunhas de acusação e de defesa e, no final, acontece o interrogatório da ré. Somente após a apresentação das alegações pelas partes, a juíza decide se a nutricionista irá ou não a júri popular.

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