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Chuvas já causaram 21 mortes e deixaram 3.297 desalojados em SP

Ao menos 7 cidades já declararam ou pediram situação de emergências. Defesa Civil do Estado já entregou mais de R$ 220 mil em doações para prefeituras

São Paulo|Márcio Neves, Do R7 e Elizabeth Matravolgyi, da Agência Record

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Mais de 3.000 pessoas ficaram desalojadas em função das chuvas em todo o estado
Mais de 3.000 pessoas ficaram desalojadas em função das chuvas em todo o estado

Dados da Defesa Civil de São Paulo mostram que entre 1º de dezembro do ano passado e esta quarta-feira (12), as chuvas já afetaram 132 cidades, deixando 21 mortos e 48 feridos em todo o estado.

Dentre as 21 mortes, 4 foram em decorrência de deslizamentos de terra, 1 de desabamento, 13 por enchentes/enxurradas, 2 por alagamento e 1 por outros motivos não especificados pelo órgão.

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Os dados mostram ainda que neste período chuvoso, que é contabilizado até 31 de março, 3.297 pessoas ficaram desalojadas, termo utilizado pela Defesa Civil para quem fica temporariamente impossibilitado de voltar para sua casa.

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No mesmo período, 237 pessoas estão desabrigadas, ou seja, perderam ou tiveram danos sérios em suas casas e precisam de abrigo do governo.

Cidades em emergência

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No total, 132 cidades foram afetas pelos temporais e segundo os dados da Defesa Civil, quatro cidades, São Carlos, Taquaritinga, Itápolis e Bebedouro, já declararam situação de emergência, e outras três cidades, Salto, Botucatu e Taboão da Serra, estão em processo para declarar a situação.

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A região Vale do Paraíba concentra o maior número de cidades afetadas pelas chuvas, foram 19 localidades atingidas no período, seguido pela região de Sorocaba.

A cidade de São Paulo, apesar de ter sofrido com as fortes chuvas na última segunda-feira (9), não teve registros de mortes ou desaparecidos, sendo a maioria dos problemas relacionados a interrupções de vias devido aos alagamentos.

Sistema de Ajuda 

A Defesa Civil de São Paulo também já forneceu mais de 700 cestas básicas e 1.100 cobertores e colchões para as cidades afetadas, além de diversos outros materiais de apoio, limpeza e resgate, onde já foram gastos mais de R$ 220 mil.

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