Comerciantes da Feirinha da Madrugada fazem protesto
Eles não concordam com a decisão judicial que permitiu que o local fosse fechado para obras
São Paulo|Do R7, com Agência Record

Cerca de 60 donos de lojas da Feirinha da Madrugada faziam um protesto na madrugada desta quinta-feira (27) no local que fica na rua Oriente, no Brás, na região central de São Paulo.
Eles não concordam com a decisão judicial que permitiu que o local fosse fechado para obras. A área está interditada desde a madrugada de 29 de maio. Cerca de dez carros da Polícia Militar estavan no local. A PM informou que a manifestação era tranquila. Cerca de cem lojistas fizeram outra manifestação na manhã desta quarta-feira (26).
Alegando risco de incêndio e necessidade reforma, a Prefeitura de São Paulo havia determinado o fechamento da Feirinha no final de abril e os comerciantes tinham até o dia 8 de maio para retirar as mercadorias. Um dia antes desse prazo, a liminar do juiz Giuzio Neto permitiu que a Feira continuasse funcionando normalmente. Segundo ele, as reformas prioritárias de segurança podiam ser feitas com o comércio em operação.
Justiça decide que prefeitura não pode remover boxes da Feira da Madrugada
No dia 10 de maio, uma nova vistoria do Corpo de Bombeiros foi feita a pedido do próprio juiz. Com base no laudo, a prefeitura recorreu da decisão, pedindo novamente o fechamento da Feirinha.
A suspensão da liminar do juiz da primeira instância foi dada pelo presidente do tribunal, Newton De Lucca. Ele tomou como base o relatório do Corpo de Bombeiros que demonstrou a necessidade de reformas urgentes para a prevenção de incêndios.
Após o fechamento da feira, os comerciantes foram obrigados a retirar suas mercadorias dos boxes para o início da reforma, prevista para o dia 3 de junho. Segundo o secretário de Coordenação das Subprefeituras, Chico Macena, a reforma está orçada em R$ 4 milhões.
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