Família morta: Corregedoria da PM investiga se vítima denunciou colegas de farda
Nesta quarta-feira, o deputado estadual Olímpio Gomes confirmou que denúncias foram feitas
São Paulo|Do R7, com Agência Record

Após o major da reserva e deputado estadual Olímpio Gomes (PDT) confirmar a declaração do chefe da cabo Andreia Bovo Pesseghini, há uma semana, a Corregedoria da PM vai investigar uma suposta denúncia feita por ela sobre colegas de trabalho envolvidos em atividades criminosas. Andreia foi encontrada morta junto com o marido, o sargento da Rota Luis Marcelo Pesseghini, com a mãe, a tia e o filho, de 13 anos. O adolescente é suspeito de ter cometido os crimes e se suicidado.
Em entrevista ao R7, Olímpio explicou que Andréia fez a denúncia ao capitão Fábio Paganoto, seu então chefe — Wagner Dimas, comandante atual do 18º Batalhão que declarou que Andréia denunciou colegas e depois desmentiu a informaçãonão era chefe da PM na época. Sem conseguir provas, Paganoto teria sido transferido de batalhão.
— Me chegou a informação e era de conhecimento comum aos policiais da zona norte de São Paulo. Aconteceu, sim, em determinado momento, o convite. PMs teriam convidado a [cabo] Bovo para participar da práticas de atos criminosos em caixas eletrônicos. Além de não participar, ela deu conhecimento para evitar que isso acontecesse.
A Polícia Civil disse que não descarta outras linhas de investigação, mas que até o momento, a possibilidade mais forte é de que Marcelo, filho do casal, tenha planejado matar os pais, a avó e a tia-avó, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo. O inquérito continua em aberto.
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