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Família morta em Ferraz de Vasconcelos é enterrada na Grande São Paulo

Homem está preso suspeito de envenenar namorada e os quatro filhos dela

São Paulo|Ana Cláudia Barros, do R7, com Estadão Conteúdo

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Corpos foram velados nesta tarde, em Vargem Grande Paulista
Corpos foram velados nesta tarde, em Vargem Grande Paulista

Os corpos da auxiliar de enfermagem Dina Vieira da Silva, de 42 anos, e de seus quatro filhos, de 6, 11, 12 e 16 anos, foram enterrados por volta das 16h30 desta quarta-feira (18), no cemitério Memorial Bosque da Paz, em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Mãe e filhos foram sepultados lado a lado.

Eles foram encontrados mortos no apartamento da família, em Ferraz de Vasconcelos, na madrugada de terça-feira (17) e a polícia suspeita que tenham sido envenenados pelo namorado de Dina, o técnico Alex Guidone Pedraza, de 33 anos.


Sequência de tragédias familiares intriga polícia em São Paulo

Suspeito


De nacionalidade boliviana, Pedraza teve a prisão temporária decretada ontem e está na Cadeia Pública de Suzano, cidade próxima a Ferraz. De acordo com a polícia, a namorada já havia registrado queixa por agressão contra ele, que foi condenado uma vez por furto. Em sua versão, o homem conta que foi procurar Dina e, ao tocar na campainha de seu apartamento, ninguém atendeu. Ele diz que resolveu então dar a volta e viu pela janela o corpo de duas crianças. Com a ajuda do subsíndico e de outro morador, arrombou o apartamento, à 0h30.

Na sala foram achados os corpos de Vitória Cristina Vieira da Silva, de 6 anos, no chão. Ao lado dela, no sofá, estava Caroline Laura da Silva Lopes, de 11. No quarto foi achada Dina e, no banheiro, a filha mais velha, Karina Rosa da Silva Lopes, de 16 anos. No outro quarto estava o único menino, Carlos Daniel da Silva Lopes, de 12 anos, enrolado em um cobertor.


A polícia encontrou no local uma jarra contendo um líquido amarelado, um recipiente com pedaços de bolo e uma panela de pressão com sopa. Os alimentos passarão por perícia, assim como o sistema de gás.

Pedraza havia passado o dia com a polícia na terça. Ao chegar ao condomínio em uma viatura, escondeu o rosto. Depois passou por exame de resíduos sob as unhas e lesões. À noite, foi para o DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa), na capital.

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