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Grupo protesta contra atropelamento de ciclista na Paulista

Membros do Simaeco cobram maior punição contra atropelador de jovem

São Paulo|Do R7

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Grupo protesta contra atropelamento de jovem na avenida Paulista no último domingo (10)
Grupo protesta contra atropelamento de jovem na avenida Paulista no último domingo (10)

Um grupo de cerca de 50 ciclistas realizou um protesto, na avenida Paulista, na manhã deste domingo (17), pedindo por justiça e rigidez na punição do motorista Alex Siwek, 22 anos, que há uma semana atropelou o ciclista David Santos. Alex fugiu sem prestar socorro e jogou o braço do ciclista que ficou preso em seu carro em um córrego.

O protesto foi realizado por membros do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo).


Na quinta-feira (14) à noite, o estudante de psicologia foi transferido para uma penitenciária em Tremembé, no interior do Estado. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. A defesa dele já pediu um habeas corpus, que deve ser julgado nos próximos dias.

Sindicato marca protesto neste domingo


Cirurgia

Internado no Hospital das Clínicas, o ciclista passou por uma cirurgia nesta sexta-feira (15) reparar uma fratura no dedo e no pulso da mão esquerda. A primeira operação foi no braço amputado e ocorreu no domingo (10), logo após o acidente. Siwek fugiu do local sem prestar assistência ao ciclista e, em seguida, jogou o seu braço arrancado em um córrego na avenida Ricardo Jafet, zona sul da capital paulista.


Dolo e conflito de competência

Na terça-feira (12), o juiz da 1ª Vara do Júri de São Paulo, Alberto Anderson Filho, entendeu que Siwek não deve responder por tentativa de homicídio, mas sim por lesão corporal. Com isso, o caso sai da alçada do Tribunal do Júri, cuja competência trata de flagrantes, e é encaminhado à Vara Criminal, que trata de crimes no trânsito, por exemplo.


O advogado explica que, agora, cabe ao MP (Ministério Público) de São Paulo definir se reapresenta a denúncia ou recorre ao Tribunal de Justiça.

Procurado pelo R7, o MP (Ministério Público) disse que a promotora de justiça substituta do 1º Tribunal do Júri, Dra. Manoella Guz, vai entrar com mandado de segurança — ou seja, recorrer da decisão.

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