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Hospital de campanha do Anhembi encerra atividades parcialmente 

Ala gerenciada pela IABAS deixa de atender pacientes com covid-19. Prefeitura alega que houve queda na demanda. Outro pavilhão mantém atendimento

São Paulo|Do R7, com informações da Agência Record

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Hospital de campanha do Anhembi encerra atividades hoje em pavilhão
Hospital de campanha do Anhembi encerra atividades hoje em pavilhão

Após 106 dias de atendimento a pacientes com covid-19, o pavilhão do hospital municipal de campanha do Anhembi, na zona norte da cidade, encerra as operações nesta sexta-feira (31). A prefeitura alega que houve queda na demanda.

No dia 16, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou que o fechamento da ala iria gerar uma economia para a cidade: "Hoje o gasto com o hospital é de R$ 28 milhões. Com a manutenção de 310 leitos, a economia mensal será de R$ 19 milhões". 


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Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a ala gerenciada pela organização social IABAS (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde) foi responsável por salvar a vida de 2.718 pessoas, ou seja, 83% dos 3.275 pacientes que passaram por esta unidade tiveram alta. 


Até esta quinta-feira (30), foram atendidos no hospital, somando as duas alas, 5.971 pacientes, com 4.877 altas médicas.

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Até junho, o pavilhão contava com 561 leitos e, em julho, passou a manter apenas 200 leitos devido à queda na demanda, segundo a prefeitura. Com a desativação da ala, materiais e equipamentos como respiradores, carrinhos de parada e monitores multiparâmetro serão levados para o hospital municipal da Brasilândia, na zona norte, e distribuídos também entre unidades de saúde.

O atendimento a pacientes com o novo coronavírus será mantido no hospital do Anhembi apenas na ala do Palácio de Convenções, que tem 310 leitos que são gerenciados pela Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina.


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Na gestão IABAS, houve 540 transferências de pacientes após o agravamento do quadro clínico e 14 óbitos por covid-19. A média de permanência dos internados em leitos de enfermaria foi de 4,8 dias enquanto em leitos de estabilização o tempo médio foi de 24 horas.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, 56,5% dos pacientes eram homens, 23,5% com idade entre 50 e 59 anos, 22,6% tinham entre 60 e 69 anos e outros 20,1% tinham mais de 70 anos.

O primeiro hospital de campanha da cidade foi o Pacaembu, na zona oeste, que encerrou as atividades em 29 de junho.

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