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Justiça contraria Ministério Público e nega novo julgamento para Carla Cepollina

Em 2012, ela foi absolvida da acusação de matar o ex-namorado, o coronel Ubiratan Guimarães

São Paulo|Do R7, com Agência Record

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Carla Cepollina foi absolvida em novembro de 2012, em um júri que durou três dias
Carla Cepollina foi absolvida em novembro de 2012, em um júri que durou três dias

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) indefiriu o agravo apresentado pelo Ministério Publico contra o julgamento que absolveu Carla Cepollina, de 47 anos, pela morte do Coronel da Polícia Militar, Ubiratan Guimarães — que comandou a operação conhecida como Massacre do Carandiru.

Cepollina foi absolvida em novembro de 2012, em um júri que durou três dias. Desde então o Ministério Público tentava anular a decisão e pedir um novo julgamento, entendendo que a ré era culpada pelo crime. 


A ministra Laurita Vaz, relatora do processo, entendeu que não existe razão para submeter a agravada para a um novo julgamento pelo Tribunal do Júri. A decisão foi publicada no dia 4 de setembro e encerrada pela justiça na última sexta-feira (19). Não cabendo mais recurso. 

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O caso

Carla foi ré do processo sobre o assassinato do coronel Ubiratan Guimarães, com quem teve um relacionamento amoroso. O militar ficou conhecido nacionalmente após comandar a Tropa de Choque da PM na invasão à Casa de Detenção de São Paulo durante rebelião, em 1992. Na ocasião, 111 presos morreram e o episódio entrou para a história como “massacre do Carandiru”.


Ubiratan foi encontrado morto no apartamento onde morava, nos Jardins, em setembro de 2006. Ele levou um tiro na barriga.

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