"Para nos consolar, só Deus", diz mãe de Mariana Bazza
Ailton Bazza afirma que a filha ligou para saber o que fazer com o pneu furado: "tem um homem ao meu lado que se ofereceu para ajudar"
São Paulo|Do R7, com informações da Record TV

Em meio às investigações para descobrir como ocorreu a morte da estudante de fisioterapia Mariana Forti Bazza, de 19 anos, os pais da jovem tentam se habituar com a rotina sem a presença da filha, morta por um homem que ofereceu ajuda para trocar o pneu de seu carro na saída de sua academia, na terça-feira (25), em Bariri, no interior de São Paulo.
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"Lembro que ela não está chegando da escola, que ela não está no quarto dela, que ela não está brincando com o cachorrinho dela. Para consolar a gente só Deus, porque ela não vai voltar mais", afirma Marlene Bazza, mãe de Mariana.
O pai Ailton Bazza lembra que na terça-feira, após sair da academia, a filha entrou em contato com ele para informar que o pneu estava furado. Mariana chegou a perguntar o que deveria fazer. Porém, segundos depois, afirmou que um homem estava próximo dela e havia se oferecido para ajudá-la a trocar o pneu.
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Segundo o namorado de Mariana, Jefferson Viana, a estudante de fisioterapia costumava informar tudo o que estava fazendo. Não foi direfente em relação ao problema com o pneu. Mariana fotografou o Rodrigo Pereira Alves agaichado ao lado do veículo. A foto foi fundamental para a polícia identificar o suspeito.
Os pais de Mariana mostram fotos da jovem e dizem que ela realmente amava a vida e a rotinha que tinha. A estudante tinha uma tatuagem que dizia "por onde for, floresça". "Minha filha era tão especial para mim. Em tudo o que eu precisava ela era meu braço direito", diz Ailton.
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"Ela era sempre muito preocupada com a família e os amigos. Se preocupava muito com os estudos para tirar uma nota boa e se não tirava ficava triste", disse Jefferson Viana. "Tentamos lembrar das coisas boas. Espero que ele (o suspeito) nunca saia, porque se ele sair ele vai aprontar de novo."














