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Passe Livre divulga trajeto de 4º ato em SP contra o aumento da passagem

Grupo se dividirá em dois e parte vai para a prefeitura e parte para a sede do governo

São Paulo|Do R7

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A concentração será no cruzamento da Faria Lima e Rebouças
A concentração será no cruzamento da Faria Lima e Rebouças

O prédio da Prefeitura de São Paulo, na região central da capital, e o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual, na zona sul, foram os pontos escolhidos para a manifestação contra o aumento da passagem que será realizada nesta terça-feira (19) pelo MPL (Movimento Passe Livre).

A concentração será às 17h no cruzamento das avenidas Brigadeiro Faria Lima e Rebouças, na zona oeste, e se dividirá em dois atos, conforme divulgação feita pelo movimento nas redes sociais.


"Um ato seguirá até a prefeitura, para deixar claro para Haddad que não adianta se esconder atrás de dados técnicos fajutos: cidade democrática é a cidade onde todos podem circular e ter direito à ela, e isso só é possível com transporte público de verdade! O outro ato seguirá até o Palácio do Governo, para Alckmin entender que não adianta colocar um contingente policial cada vez maior e mais caro, seu projeto de transporte privatizado que só explora a população não vai passar", informou em nota o MPL.

"Vamos dizer para os dois que não aceitamos mais este aumento. Se estavam juntos para aumentar a tarifa, exigimos que juntos revoguem o aumento."


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No trajeto que vai para o centro da cidade, a meta é sair da avenida Rebouças, passar pelas avenidas Paulista e 9 de Julho, seguir para o viaduto Dr. Eusébio Stevaux, passar pelas ruas Riachuelo e Dr. Falcão Filho para, por fim, chegar à prefeitura.

Já o grupo que vai para o Palácio dos Bandeirantes, terá como ponto de partida a avenida Faria Lima. Depois, os manifestantes devem acessar a avenida Cidade Jardim, passar pela ponte Cidade Jardim, e seguir pela avenida dos Tajurás, rua Engenheiro Oscar Americano e avenida Morumbi para fechar o ato no palácio.


Ainda na nota divulgada em redes sociais, o MPL informou que os atos não serão encerrados antes de chegar a seus destinos finais. "Não aceitaremos intimidações e não sairemos das ruas até que o transporte seja de fato público", diz o texto.

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