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PM usa bombas para dispersar manifestantes que tentaram invadir prédio da Assembleia Legislativa em São Paulo

Grupo revidou arremessando cones de trânsito e objetos em direção aos policiais

São Paulo|Fernando Mellis, do R7

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Policiais militares acompanharam a manifestação desde a avenida Paulista
Policiais militares acompanharam a manifestação desde a avenida Paulista Daia Oliver

Às 22h15 desta sexta-feira (2), a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar manifestantes que tentaram invadir a Assembleia Legislativa, na zona sul da cidade de São Paulo. O grupo, em torno de cem pessoas, respondeu atirando cones de trânsito, paus e pedras em direção aos policiais.

Pouco antes da ação da PM com bombas, policiais que estavam do lado de dentro dos portões da assembleia utilizaram spray de pimenta para tentar coibir a invasão.


Após a ação da Polícia Militar, parte do grupo ameaçou dispersar, mas retornou para a frente do portão do prédio. Por volta das 22h30, policiais e manifestantes seguiam em confronto.

Um manifestante foi detido por tentar agredir um policial militar. O rapaz acabou ferido no rosto. Atendido em um pronto-socorro da região, ele seria encaminhado a uma delegacia após receber alta. Um tenente da PM também ficou ferido no ombro, sem gravidade.


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A Polícia Militar informou que tentou estabelecer contato com a presidência da Assembleia Legislativa, uma vez que os manifestantes queriam entrar no prédio. Mas segundo a PM, com o expediente já encerrado, não houve como concretizar o contato. A guarnição informou ainda que não tem autorização para abrir os portões do local. Um cordão de isolamento foi feito diante do prédio para evitar invasão.


A manifestação começou na avenida Paulista no início da noite desta sexta-feira (2). Segundo a PM, cerca de 400 pessoas estiveram na avenida. Os alvos do protesto são os governadores Geraldo Alckmin, de São Paulo, e Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro.

Este é o terceiro protesto organizado pelo mesmo grupo. O primeiro aconteceu na sexta-feira (26), na avenida Paulista, e foi marcado por depredações, principalmente, a bancos. Ao menos oito agências foram vandalizadas. O segundo foi no Largo da batata, em Pinheiros, zona oeste, na terça-feira (30), e também houve depredações. Vinte pessoas foram detidas.

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