Sobe para 7.000 o número de manifestantes na Paulista
Protestos organizados pelas centrais sindicais bloquearam vias e rodovias pela manhã
São Paulo|Vanessa Beltrão, do R7

Cerca de 7.000 manifestantes ocupavam a avenida Paulista para os protestos organizados pelas centrais sindicais por volta das 14h30 desta quinta-feira (11), no Dia Nacional de Lutas, de acordo com a Polícia Militar. Os manifestantes bloqueavam todas as faixas da avenida desde as 12h desta quinta-feira.
Eles carregavam bandeiras e placas da CUT (Central Única dos Trabalhadores), UGT (União Geral dos Trabalhadores), Força Sindical, sindicato dos bancários e dos publicitários.
Também havia representantes do PSOL e muitas bandeiras do Brasil. Algumas faixas traziam a mensagem “as tarifas caíram, mas a luta continua”.
Os manifestantes se concentraram no vão do Masp, e de lá, a partir das 14h, parte do comboio seguirá em direção à praça Ramos de Azevedo, no centro, passando pela rua da Consolação, avenida Ipiranga e Barão de Itapetininga.
Alguns sindicalistas, porém, não decidiram se seguirão até a Praça Ramos ou se terão outro destino.
Manifestantes se fantasiam para protestar
O movimento, realizado simultaneamente em outras cidades, é encabeçado pela Força Sindical e pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), associadas a outras centrais com as quais compartilham categorias de trabalhadores.
Os sindicatos trabalham com ao menos oito reivindicações: redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salários, reforma agrária, valorização das aposentadorias, suspensão dos leilões do petróleo, fim do fator previdenciário, e melhorias na saúde, transporte e educação.
Trânsito
Apesar das manifestações, a capital paulista registrou trânsito abaixo da média durante toda a manhã. Às 13h38, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrava 2 km de lentidão na cidade.













